Bolsonaro vai pela primeira vez a Juiz de Fora desde a facada em 2018

Bolsonaro participou de um passeio de moto com apoiadores e, depois disso, se dirigiu a um evento religioso

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Jair Bolsonaro (PL), presidente da República, visitou nesta quinta-feira (15) a cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Essa foi a primeira vez que ele foi ao local desde 2018 quando, durante a campanha eleitoral, foi vítima de uma facada desferida por Adélio Bispo de Oliveira.

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Assim que chegou na cidade, Bolsonaro participou de um passeio de moto com apoiadores. Sem capacete, o chefe do Executivo conversou com apoiadores que passavam pela Avenida Brasil, uma das principais da cidade.

Após o passeio, que contou com a escolta de agentes da Polícia Militar (PM) e seguranças, Bolsonaro foi até a 43ª Convenção Estadual das Assembleias de Deus. Na ocasião, ele se emocionou no momento em que discursava para os evangélicos enquanto relembrava da facada sofrida em 2018.

Bolsonaro
Bolsonaro participou de um passeio de moto com apoiadores e, depois disso, se dirigiu a um evento religioso. (Foto: reprodução)

Segundo informações do portal “UOL”, todo o passeio de Bolsonaro teve um protocolo diferente. Isso porque, diferente dos encontros anteriores, todos os apoiadores que estiveram juntos com Bolsonaro na “motociata”, por exemplo, precisaram passar por uma revista e também por um teste de detecção de metais.

Em Juiz de Fora, também acompanharam Bolsonaro o senador Carlos Viana (PL), o deputado federal Daniel Silveira (PTB), o vereador de Belo Horizonte Nikolas Ferreira (PL) e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Atentado contra Bolsonaro

Bolsonaro sofreu o ataque na cidade em setembro de 2018, enquanto fazia campanha de rua como candidato a presidente da República. Logo após o ataque, Adélio Bispo foi preso. Ele, que confessou a facada, está detido até hoje.

Após o fato, a Polícia Federal (PF) concluiu, por meio de dois inquéritos, que Adélio Bispo agiu sozinho no crime. Durante a investigação, constatou-se que o homem tem transtorno delirante permanente, o que não permite a punição criminal. Por conta disso, ele foi considerado inimputável e segue em internação.

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