Auxílio emergencial 2021 será pago até país atingir vacinação em massa; entenda

Paulo Guedes dá indícios de que programa pode ser novamente prorrogado

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O auxílio emergencial foi criado ainda em 2020 para atender, de forma temporária, a população mais prejudicada pela pandemia do novo Coronavírus. Desse modo, o programa precisou ser reativado também em 2021 tendo em vista o avanço da doença.

Em julho, estava previsto para ocorrer o pagamento da quarta e última parcela do auxílio. Contudo, o governo decidiu prorrogar em mais três parcelas a ajuda. Além disso, o programa deverá vigorar até o país atingir a vacinação em massa, segundo o Ministro da Economia.

Auxílio emergencial 2021 será pago até país atingir vacinação em massa; entenda
Auxílio emergencial 2021 será pago até país atingir vacinação em massa; entenda – Imagem: Divulgação R7

Auxílio emergencial será pago até a população ser vacinada em massa

Ainda no início do mês, o Governo Federal anunciou a extensão do auxílio emergencial 2021 por mais três meses, totalizando sete parcelas.

O benefício é destinado às mães chefes de família, desempregados, trabalhadores informais e beneficiários do Bolsa Família cujo benefício é menor que as cotas pagas pelo auxílio.

No entanto, a previsão é de que o auxílio seja encerrado em outubro, mas o chefe da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o governo vai repassar o benefício até o país atingir a vacinação em massa; ou seja, até a maior parcela da população adulta do país ser imunizada.

De acordo com o ministro,

Queiroga [Ministro da Saúde] está avançando com a vacinação em massa, economia voltando, retorno seguro ao trabalho e esses três meses adicionais, então vão ser sete meses de proteção aos mais vulneráveis brasileiros. Isso na verdade é para dar essa proteção até atingir a vacinação em massa da população brasileira. O auxílio emergencial vai até lá [outubro] e aí aterrissamos no Bolsa Família que o presidente também já determinou que tem que ter um valor substancial para proteger a população mais frágil.

Em outra ocasião,(audiência na Comissão Temporária da Covid no Senado), o ministro chegou a comentar:

[…] quem dirige o auxílio emergencial não é a economia, nem sequer a política, quem dirige o auxílio emergencial é a pandemia […] Se a pandemia continuar fora de controle, em setembro, outubro, novembro, vamos ter que renovar de novo o auxílio emergencial, mas não é a expectativa no momento. A expectativa no momento é que nós estaríamos, nas palavras do ministro Queiroga [Marcelo Queiroga, da Saúde], num ambiente de controle da pandemia.

Portanto, o auxílio emergencial poderá ter uma segunda prorrogação. O cenário decisivo será o andamento da vacinação da população brasileira, no sentido de como ele se realize.

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