Auxílio Brasil: Governo estuda auxílio transitório para aqueles que ficarão fora do programa

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Diante dos impasses que o governo federal enfrenta para conseguir viabilizar o Auxílio Brasil, novo programa social para substituir o Bolsa Família, assessores do governo sugerem um auxílio transitório para as famílias que não serão enquadradas no novo benefício social.

Isso porque, mesmo que seja possível a ampliação do Bolsa Família desejada pelo governo, cerca de 20 milhões de famílias que recebem atualmente o auxílio emergencial não serão integradas ao novo programa social, e ficarão sem recebimentos com o encerramento do auxílio.

Auxílio Brasil: Governo estuda auxílio transitório para aqueles que ficarão fora do programa
Auxílio Brasil: Governo estuda auxílio transitório para aqueles que ficarão fora do programa

Estudo do governo

Sendo assim, para evitar que o benefício seja interrompido em um momento em que os impactos da pandemia ainda são enormes, assessores do governo defendem a criação de um auxílio transitório por meio da abertura de crédito extraordinário.

De acordo com as especulações, os valores poderiam ser pagos nos meses de novembro e dezembro, ficando entre R$ 150 e R$ 250.

Auxílio Brasil

Para viabilizar o Auxílio Brasil em novembro, o governo federal precisa aprovar ainda neste mês a PEC dos Precatórios. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), marcou a análise em plenário na próxima semana.

Prorrogação do auxílio emergencial

Esse é outro impasse dentro do governo, pois apesar de terem sido acompanhadas declarações do ministro da Cidadania, João Roma, informando que uma nova prorrogação “estava na mesa”, e ainda uma declaração do presidente Jair Bolsonaro na qual disse que “o Brasil é um país rico e pode ajudar os mais necessitados por mais algum tempo”, o ministro da Economia, Paulo Guedes, se mostra contrário.

Nesta terça-feira (12), ele afirmou que o governo não irá providenciar uma nova extensão do auxílio emergencial.

Guedes indicou que a única possibilidade de a medida ocorrer é apenas se nas próximas semanas houver um aumento expressivo no número de casos da Covid-19:

“Se tivermos um aumento na doença (Covid-19), faremos o mesmo que antes, nós aumentaremos os gastos com proteção para os mais vulneráveis. Mas não é isso o que está acontecendo, com vacinação em massa e volta segura ao trabalho”, declarou.

Veja ainda: Auxílio emergencial de R$ 600 começa a ser pago hoje; veja qual Estado aplica o valor

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