Amapá tem maior proporção de trabalhadores por conta própria do país

Taxa nacional ficou em 26,5% no primeiro trimestre, mas Amapá encerra período com taxa de 35,9%; Distrito Federal tem menor proporção do país

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O percentual de trabalhadores por conta própria no país atingiu 26,5% da população ocupada no primeiro trimestre de 2022. Esse valor corresponde a um crescimento de 7,3% na comparação com o mesmo trimestre de 2021. Isso representa um acréscimo de 1,7 milhão de pessoas nessa condição de trabalho.

Ao todo, havia 25,3 milhões de trabalhadores por conta própria no país nos três primeiro meses deste ano. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgada nesta sexta-feira (13).

De acordo com o IBGE, 15 das 27 Unidades da Federação (UFs) tiveram taxas superiores à média nacional no período. E o Amapá liderou o ranking, com 35,9% dos trabalhadores ocupados como conta própria. Isso quer dizer que quase quatro em cada dez trabalhadores do estado trabalhavam dessa maneira.

Veja abaixo as UFs com as maiores proporções de trabalhadores por conta própria.

  • Amapá (35,9%);
  • Amazonas (35,7%);
  • Pará (34,6%);
  • Rondônia (32,4%);
  • Piauí (32,0%);
  • Pernambuco (31,4%).

Como pôde ser visto acima, os estados do Norte e do Nordeste tiveram os maiores percentuais dessa categoria profissional. Aliás, ambas as regiões também concentraram as maiores proporções de trabalhadores informais do país.

Distrito Federal tem menor taxa do país

A PNAD também revelou a outra ponta do ranking. Em resumo, o Distrito Federal teve a menor taxa no trimestre. A saber, o percentual da população ocupada trabalhando por conta própria no DF foi de 19,4%, ou seja, 7,1 pontos percentuais (p.p.) inferior à média nacional.

Confira abaixo as UFs com as menores proporções.

  • Distrito Federal (19,4%);
  • Mato Grosso do Sul (22,3%);
  • São Paulo (23,6%);
  • Paraná (23,7%);
  • Goiás (24,5%).

Por fim, o IBGE também destacou que havia 95,3 milhões de trabalhadores no país entre janeiro e março deste ano. Desse total, 67,1% correspondiam a empregados e 4,3% a empregadores. Além disso, 26,5% das pessoas trabalhavam por conta própria, enquanto 2,0% eram trabalhadores familiares auxiliares.

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