Agentes da Polícia Civil são presos por suspeita da morte de homem em Franca (SP)

Além dos dois agentes da Polícia Civil, um outro homem também foi preso. A suspeita é que o crime tenha ocorrido após uma discussão

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Uma operação da Polícia Militar (PM) culminou na prisão de dois agentes da Policia Civil na quarta-feira (24) na cidade de Franca, no Interior de São Paulo. A dupla é suspeita pela morte de um homem de 41 anos. Além deles, uma terceira pessoa também foi presa.

Em nota, a PM revelou que a vítima, Francisco Xavier de Medeiros Neto, foi localizada morta em uma avenida, na noite de terça-feira (23). Ao encontrar o homem, constatou-se que ele tinha duas marcas de disparos de arma de fogo nas costas.

“Os três homens detidos foram encaminhados à Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Franca, onde prestaram depoimento na manhã desta quarta”, informou a PM.

Além disso, a corporação ainda relatou que os dois policiais civis, que trabalham em delegacias de Osasco, São Paulo, foram levados até um presídio na capital paulista. Já o terceiro suspeito ficou preso em Franca.

Para auxiliar na investigação do caso, informou a Polícia Militar, uma equipe da corregedoria da Polícia Civil de Ribeirão Preto, também no interior de São Paulo, esteve na CPJ na quarta para acompanhar o caso.

Além dos dois agentes da Polícia Civil, um outro homem também foi preso. A suspeita é que o crime tenha ocorrido após uma discussão.
O homem foi encontrado morto com dois tiros. (Foto: reprodução)

Homem encontrado morto

Segundo as informações, o corpo de Francisco Xavier foi encontrado depois que a polícia recebeu uma denúncia de que havia um corpo em um local específico.

Ao chegar no ponto relatado, os agentes encontraram o homem, nascido em São Paulo, já sem vida. Perto dele, informou a corporação, haviam objetos como cartões bancários, uma arma calibre 38, dinheiro, munição e joias.

“A suspeita é de que tenha havido uma discussão e uma possível troca de tiros entre vítima e autor do crime”, relatou a entidade, que ainda revelou que, depois do crime, policiais militares abordaram os três suspeitos enquanto eles trafegavam em um carro de luxo pela cidade – o automóvel está no nome da mulher da vítima.

Por fim, a Polícia Militar explica que, ao serem questionados, os dois se identificaram como policiais civis, mas acabaram se contradizendo sobre a morte de Francisco. Depois disso, eles foram encaminhados à CPJ para depor e lá, além de serem presos, tiveram apreendidos itens como dinheiro, duas armas de trabalho e um celular, que também seria da vítima.

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