Advogada acusada de participar da morte do ex-marido é presa após 27 anos foragida

Gily está foragida da Justiça desde o dia 14 de março de 1994, a data do crime. Além dela, outras duas pessoas também são acusadas do crime

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Depois de 27 anos, a advogada Gily Cristina Zinovetz, suspeita de ter participado da morte do ex-marido, Jorge Pinto Duarte, foi presa. De acordo com a Polícia Civil, a captura da mulher foi feita nesta quarta-feira (12), enquanto ela estava no conforto de sua casa na Ilha da Gigoia, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

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Em nota, a Polícia Civil explicou que Gily está foragida da Justiça desde o dia 14 de março de 1994, a data do crime. Além dela, outras duas pessoas também são acusadas de terem participado do homicídio de Jorge: Cláudio Augusto da Conceição e Wagner André Luiz Lara Resende.

Gily está foragida da Justiça desde o dia 14 de março de 1994, a data do crime. Além dela, outras duas pessoas também são acusadas do crime.
Gily está foragida da Justiça desde o dia 14 de março de 1994, a data do crime. Além dela, outras duas pessoas também são acusadas do crime. (Foto: reprodução)

A morte do ex-marido da advogada

De acordo com as investigações sobre o caso, à época do crime, a advogada e Jorge estavam separados há pouco tempo. Em dado momento, a mulher iniciou um relacionamento com Wagner Resende, que como relatado, também se envolveu no homicídio.

Enquanto os dois se relacionavam, afirmam os investigadores, Jorge ainda tentava reatar seu romance com a ex-mulher. Todavia, essa tentativa foi cessada no dia 14 de março, quando Gily e os outros dois acusados alugaram um carro e seguiram Jorge.

Jorge foi baleado quando parou a motocicleta que dirigia para falar com Gily, que o aguardava no Trevo de Itacuruçá, localizado na rodovia Rio-Santos, em Mangaratiba, no Rio de Janeiro. A denúncia diz que Wagner foi o autor dos dois tiros que mataram a vítima.

Segundo a Polícia Civil, desde então, a mulher vinha consegui​n​do escapar da cadeia. “No entanto, ela foi localizada em uma casa na Ilha da Gigóia, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da capital. Contra ela foi cumprido mandado de prisão por homicídio”, informou a entidade​, que não revelou se os outros envolvidos ainda então presos.

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