Verdade ou mentira: tipo de curativo influencia na cicatrização?

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A resposta para a pergunta é SIM, o tipo de curativo utilizado influencia na cicatrização.

Os curativos consistem na limpeza e na aplicação de uma cobertura estéril em uma ferida, tendo a finalidade de promover uma cicatrização rápida e, além disso, prevenir a contaminação ou infecções.

Só que o que muitas pessoas não sabem é que existem muitos tipos de curativos e cada um deles serve para uma situação diferente.

 Por exemplo, a fita microporosa feita de poliéster apresenta textura mais mole, possui alguns furinhos e não dói quando é retirada. Ela é ideal para aqueles curativos que precisam ser trocados diariamente.

Mas e quando precisamos diminuir o risco de queloides ou outros problemas de pele? O ideal passa a ser fitas de silicone. Quando precisamos de material mais resistente e adesivo, talvez a melhor opção seja esparadrapo.

Ou seja, os curativos devem respeitar diversos detalhes, como conforto, facilidade de remoção, exigência ou não de trocas frequentes. Quem dirá qual a melhor escolha será o médico especialista. Mas, independentemente de qual seja a opção, o importante é adquirir um produto de qualidade. 

Feridas mais simples podem ser tratadas com curativos mais simples. Já feridas mais complexas, como queimaduras e úlceras, necessitam de curativos específicos, que devem ser indicados pelo médico ou profissional de saúde que acompanha o caso.

Escolher o tratamento correto é essencial para cicatrização da pele e para que a cicatriz formada seja mais discreta possível. Cuidar corretamente da ferida é essencial tanto para a cicatrização da pele quanto para o bem-estar geral do paciente. Lembre-se sempre de manter acompanhamento médico ou de um enfermeiro capacitado.

 

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