Vacina será distribuída simultaneamente entre estados brasileiros

O Ministro da Saúde informou que a vacina será dividida em quantidades iguais entre os estados, independente do total disponível.

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No último domingo, 27 de dezembro, o Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, participou de entrevista no programa Brasil em Pauta, da TV Brasil. De acordo com o ministro, a vacina contra o novo coronavírus deverá ser distribuída de maneira igualitária entre os estados brasileiros. Ou seja, independente da quantidade de doses disponíveis, a distribuição do imunizante será feita de acordo com a proporcionalidade de cada região. 

Além disso, a distribuição e aplicação das 24,7 milhões de doses da vacina deve ser feita em massa a partir de fevereiro de 2021. Segundo Pazuello, espera-se que alguns grupos prioritários possam ser imunizados ainda no mês de janeiro. Além disso, uma vez finalizada a imunização dos grupos prioritários, a população em geral também deverá receber a vacina. 

O calendário do governo instituiu quatro grupos prioritários para imunização, e deverão ser necessários 30 dias para a conclusão da vacinação de cada grupo. Por exemplo, trabalhadores da área da saúde, idosos e pessoas com comorbidades. Sobretudo, nesse período seriam aplicadas as duas doses do imunizante necessárias para obtenção total da proteção contra o vírus.

Vacina será de diferentes laboratórios

Entretanto, para que o processo de imunização ocorra com sucesso, será preciso um grande controle por parte do Sistema Único de Saúde (SUS). Pois, o ministro da Saúde indicou que há grandes chances de o Brasil receber mais de um tipo de vacina, fabricadas por quatro ou cinco diferentes laboratórios. Por essa razão, será preciso um grande controle que possibilite que o indivíduo que recebeu a primeira dose receba a segunda dose do mesmo laboratório. Acima de tudo, esse processo é importante pois as tecnologias utilizadas em cada vacina são diferentes. As aplicações do imunizante serão monitoradas pelo Ministério da Saúde.

Recentemente, o ex-ministro da Saúde, Nelson Tech, afirmou que o governo errou em todos os aspectos no que se refere ao planejamento para aplicação das vacinas. Para Teich, faltou liderança do presidente Jair Bolsonaro.

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