Vacina contra o coronavírus só estará no mundo todo em 2024

O presidente do Serum Institute of India também estima que uma vacina contra a covid-19 terá de ser administrada em duas doses e que o mundo precisará de 15 bilhões no total.

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Uma das maiores fabricantes de vacinas, o Instituto Serum da Índia, acredita que não teremos proteções o suficiente para o mundo todo contra o novo coronavírus até 2024.

Em entrevista ao jornal britânico Financial Times, Adar Poonawalla, o presidente do instituto, afirmou que “as companhias farmacêuticas não estão aumentando a sua capacidade de produção rápido o suficiente para vacinar a população global em um período curto de tempo”.

O presidente do Serum Institute of India também estima que uma vacina contra a covid-19 terá de ser administrada em duas doses e que o mundo precisará de 15 bilhões no total.

Pfizer espera produzir 100 milhões de doses até o final do ano

Vacina contra o coronavírus só estará no mundo todo em 2024
Vacina contra o coronavírus só estará no mundo todo em 2024 – Foto: Pixabay

A Pfizer, uma das farmacêuticas que está produzindo uma vacina contra o vírus, espera produzir até 100 milhões de doses até o fim do ano.

Outras 1,3 bilhão de doses podem ser fabricadas no ano que vem.

Já a AstraZeneca, que está produzindo uma vacina em parceria com a universidade britânica de Oxford, prometeu 100 milhões de doses somente para o Brasil, caso a vacina tenha sucesso em todas as fases de testes clínicos.

A vacina da Covaxx, que será testada no Brasil em parceria com o laboratório Dasa, terá 60 milhões de doses distribuídas no país. A expectativa da americana Moderna é produzir até 100 milhões de doses por ano.

Vacina de Oxford volta a ser testada no Brasil

Nesta segunda-feira (14), serão retomados aqui no Brasil os testes da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, em parceria com o laboratório sueco AstraZeneca.

Segundo o jornal “The New York Times”, um voluntário teve mielite transversa, uma síndrome inflamatória que afeta a medula espinhal, e por isso os testes ficaram bloqueados.

Apesar da retomada mundial do testes na última semana, a AstraZeneca não divulgou mais informações sobre o voluntário que teve reação adversa grave e que medidas foram tomadas a fim de evitar esse tipo de problema.

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