Troca de ministro da saúde, limitação para as pessoas ficarem na rua e toque de recolher: Chile tem usado medidas drásticas para controlar COVID-19

País teve que refazer suas medidas por causa do aumento de casos

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O quadro de contaminações por COVID-19 no Chile teve uma mudança triste nos últimos meses: inicialmente, o número de casos estava baixo, mas logo surgiram mais diagnósticos positivos e a situação no país ficou amedrontadora.

Por isso, foram adotadas medidas que alguns viram como excessivas, sobretudo por tolher ao máximo a liberdade da população. Mesmo assim, os efeitos estão sendo vistos por quem mora no país, já que o número de diagnósticos positivos tem melhorado consideravelmente.

A primeira delas foi a mudança do ministro da Saúde: agora, quem lidera as estratégias contra a COVID-19 no país é Enrique Paris. O seu antecessor tinha declarado dúvida com relação à quantidade de chilenos mortos pela doença, o que foi visto como inapropriado.

A segunda estratégia foi o controle da circulação das pessoas usando um código emitido pela polícia. Trata-se de um QR Code que deve ser apresentado sempre que o cidadão vai a um serviço essencial e que tem validade bem curta: somente duas horas.

Funciona assim: o cidadão do Chile acessa o site da Polícia e faz o pedido de um QR Code. Este poderá ser usado por duas horas máximas para que a pessoa faça compras em serviços essenciais e, caso o QR Code já tenha expirado, a entrada do indivíduo no estabelecimento será impedida.

Vale dizer que a polícia chilena também poderá intervir caso haja pessoas andando pelas ruas com um QR Code que já não tenha utilidade ou que estejam procurando por serviços não essenciais.

A terceira estratégia tem sido um toque de recolher que conta com a ajuda do Exército para se fazer valer. Sendo assim, os oficiais verificam se há pessoas nas ruas depois das dez da noite e antes das cinco da manhã.

O bolso dos chilenos também é afetado quando as medidas contra a COVID-19 não são respeitadas: a multa aplicada pelas autoridades locais chega a R$ 43.000.

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