“O auxílio emergencial, com responsabilidade, observando os critérios da Lei de Responsabilidade Fiscal, o limite do teto de gastos, ainda que com menor valor, tem que sim estar na agenda de qualquer candidato”, disse Tebet.

Pela fala, dá para afirmar que ela não defendeu exatamente o Auxílio Emergencial, mas apenas uma discussão em torno do tema. Essa é uma questão que interessa aos trabalhadores porque uma renovação ou não do benefício passa necessariamente pelos presidentes da Câmara e do Senado.

O adversário de Tebet deverá ser Rodrigo Pacheco, do DEM de Minas Gerais. Neste momento, ele é o favorito para vencer as eleições. Isso porque ele recebeu apoio de importantes blocos da oposição e da base do governo.

Seja como for, Pacheco não vem falando muito sobre o Auxílio Emergencial. Senadores do PT até chegaram a afirmar que discutiram o tema com ele, mas não falaram sobre a resposta do candidato. Dessa forma, se imagina que ele é contra a prorrogação.

Auxílio Emergencial no Senado

As eleições na Câmara e no Senado devem acontecer no próximo dia 1 de fevereiro. O resultado deve ser decisivo para a prorrogação ou não do Auxílio Emergencial. Por isso que este ano, mais do que nunca, os trabalhadores estão de olho nas movimentações do Congresso Nacional.

Quem ganhar na Câmara vai substituir Rodrigo Maia, do DEM, e quem ganhar no Senado vai substituir Davi Alcolumbre, também do DEM. Seja como for, analistas afirmam que o jogo está aberto. Qualquer coisa pode acontecer até lá.