Taxa de informalidade da população ocupada permanece estável em novembro

Os dados fazem parte da PNAD Covid, realizada pelo IBGE

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A taxa de informalidade alcançou a marca de 34,5% da população ocupada em novembro deste ano. Assim, manteve-se estável na comparação com outubro, que também atingiu o mesmo nível. Vale ressaltar que o Norte e o Nordeste figuraram como as regiões com as maiores taxas de informalidade, chegando a 49,6% e 45,2%, respectivamente. Além disso, o número de trabalhadores informais no país totalizou 29,2 milhões de pessoas no mês passado. Nesse caso, houve um aumento de 0,6% em relação a outubro.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados nesta quarta-feira, dia 23. As informações são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Covid). 

 

Sudeste e Sul apresentam maiores diferenças entre taxas 

De acordo com o IBGE, as regiões Sudeste e Sul apresentaram as maiores diferenças entre o rendimento habitual e o efetivo, chegando a 94,1% e 94,3%, respectivamente. Em resumo, o IBGE informou que o rendimento habitual de todos os trabalhos ficou, em média, em R$ 2.334. Já o rendimento efetivo chegou a R$ 2.205, o que corresponde a 94,5% do habitualmente recebido. Aliás, em outubro, a taxa estava em 93,6%. 

Por outro lado, a massa de rendimento real habitual caiu de R$ 195,7 bilhões, em outubro, para R$ 194,2 bilhões, em novembro. No entanto, considerando o rendimento efetivo, houve um aumento da massa de rendimento de 0,2% em termos reais, ao passar de R$ 183,1 bilhões para R$ 183,5 bilhões entre outubro e novembro. 

 

Por fim, o levantamento também apontou que os trabalhadores por conta própria e os empregadores figuraram como as categorias com as maiores diferenças registradas. Em síntese, os rendimentos habituais e os efetivamente recebidos chegaram a 86,1% e 91,3%, respectivamente.

 

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