Suspeitos pela morte de Amanda Albach são presos novamente

Os suspeitos foram presos acusados de terem participado da morte da jovem, que foi encontrada enterrada em uma praia de Santa Catarina

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O Ministério Público (MP) de Santa Catarina publicou neste sábado (22) que os dois acusados de estarem envolvidos na morte de Amanda Albach, de 21 anos, que estavam soltos, foram presos novamente na sexta-feira (21). De acordo com o órgão, o homem acusado de ter atirado na jovem já estava detido. Agora, no total, são três pessoas reclusas por conta da morta da jovem, que teve seu corpo encontrado enterrado na Praia de Itapirubá Norte, em Imbituba, no Sul de Santa Catarina, em dezembro do ano passado.

Amanda Albach foi obrigada a cavar a própria cova em praia de SC

Segundo o MP, os suspeitos que foram presos acusados de terem participado da morte da jovem, que morava na Região Metropolitana de Curitiba, estava desaparecida há 18 dias e tinha uma filha de dois anos, são: a companheira do investigado já detido e o irmão dele.

A dupla foi presa no começo das investigações, mas a Justiça mandou soltá-los por falta de provas. Agora, um novo pedido de prisão foi expedido contra os dois, que foram encontrados na cidade gaúcha de Canoas, mesmo local onde tinham sido detidos anteriormente.

De acordo com o MP, essa captura foi possível porque novos elementos indicam que os dois participaram do sequestro de Amanda Albach e também da ocultação do corpo da jovem. Isso, no dia 15 de novembro do ano passado.

“Esses novos elementos foram descobertos através da análise dos celulares e de divergências nos interrogatórios dos suspeitos, entre outros indícios”, indicou o órgão, completando ainda que “ficou claro para a investigação que os três agiram em conjunto”, sem dar detalhes sobre a participação de cada um.

Conforme explica a Promotora de Justiça Gabriela Arenhart, os acusados estariam tentando dificultar as investigações e, em dado momento, demonstraram, que queriam fugir. “Os suspeitos já teriam tentado dificultar as investigações ao fugirem para Canoas após os crimes, além de tentarem destruir os próprios celulares”, relatou.

Por fim, a promotora ainda revelou que o depoimento de uma testemunha ajudou a embasar a prisão dos acusados. “Essa pessoa descreveu como os crimes teriam sido praticados de forma cruel e sem dar qualquer chance de defesa à vítima. O órgão deve denunciar os três investigados”, concluiu.

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