Surtos de Covid-19 atingem escolas em Blumenau

Mesmo com diversos guias de volta às aulas com segurança, diversos surtos de Covid-19 em escolas e creches municipais em Blumenau vêm preocupando pais e profissionais,

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Mesmo com diversos guias de volta às aulas com segurança, diversos surtos de Covid-19 em escolas e creches municipais em Blumenau vêm preocupando pais e profissionais. Aulas voltaram à duas semanas. Casos confirmados e suspeitos da doença aumentam de um dia para o outro em unidades de diferentes bairros e, em pelo menos duas situações, com vários professores infectados num mesmo colégio. 

Afastamento de profesorres pelo novo coronavírus em Blumenau

No Centro de Educação Infantil Cilly Jensen, na Itoupava Central, cinco professores testaram positivo para o novo coronavírus. Outros cinco professores estavam afastados para testagem na manhã desta última segunda-feira (22). Na Escola Lore Sitta Ballmann, também na Itoupava Central, pais relatam o afastamento de seis professores. O diretor da unidade, José Carlos de Oliveira, confirmou casos positivos entre os profissionais. Contudo, disse que só a Secretaria de Promoção da Saúde poderia informar os dados exatos. De acordo com Oliveira, muitos pais estão entrando em contato com a escola questionando por que não foram avisados sobre a existência de casos de Covid-19 nas escolas em Blumenau.​ “Pelo nosso plano de contingência, os pais só serão comunicados quando houver quebra de barreira, que é a convivência sem máscara por mais de 15 minutos. E isso não aconteceu, por isso não comunicamos.” explicou.

Testagem em massa

Na rotina do “novo normal”, o procedimento padrão em Blumenau tem sido apenas afastar os contaminados e limpar os ambientes que os mesmos frequentavam. A prefeitura informou que o protocolo de testagem se inicia hoje, nesta terça-feira (23). Entretanto, deve comunicar antes outra mudança na promessa de testagem em massa das turmas escolares com casos positivos. Os exames (ou a quarentena para crianças menores) só serão realizados quando houver a tal “quebra de barreira” dita pelo Ministério da Saúde — convivência a menos de 1,5 metro ou contato físico com um infectado sem máscara por mais de 15 minutos. Protocolos à parte, as escolas e creches estão demandando maior transparência sobre o estado da 

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