Senadores da CPI da Covid-19 querem a criação de memorial em homenagens às vítimas do vírus

A homenagem às vítimas da Covid-19 será feita em frente ao Congresso. Lá, serão instaladas 27 pedras, representando assim cada unidade da federação

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Membros da CPI da Covid-19 aprovaram, nesta terça-feira (05), um projeto que prevê a criação de um memorial feito em homenagem às vítimas do vírus no Brasil. De acordo com a proposta, a construção será feita no espelho d’água do Congresso Nacional, em Brasília.

Nas redes sociais, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI da Covid-19, publicou uma imagem mostrando que serão instaladas 27 pedras em frente ao Congresso. De acordo com ele, cada pedra estará representando uma unidade da federação.

Na publicação, o senador também explicou que o memorial, idealizado junto a uma associação de vítimas da pandemia, poderá ser votado no Senado ainda nesta terça (05). O pedido para que a discussão chegasse ao senado feita pelo presidente da CPI, Omar Azis (PSD-AM), ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

Caso seja aprovada, a proposta seguirá para análise dos deputados federais. “Foi a forma que encontramos de representar o que nos motivou e nos motiva a trabalhar arduamente em prol da vida, da saúde, da ciência”, publicou Randolfe Rodrigues.

Morte por Covid-19 no Brasil

O suposto memorial vem à tona no momento em que o Brasil se aproxima das 600 mil mortes por conta da Covid-19. Desde o começo da pandemia, segundo a última atualização do consórcio da imprensa, 598.185 pessoas perderam a vida no país por conta do vírus. Além disso, 21.476.823 pessoas testaram positivo para a doença.

Nas últimas semanas, muito por conta do aumento na escala de pessoas vacinadas contra o vírus, o número de casos e mortes têm diminuindo, chegando aos menores índices em meses.

Prova disso é que, na segunda-feira (04), as secretarias de Saúde mostraram que foram registradas 199 mortes e 11.149 casos no Brasil. Os números representam os menores registros desde setembro de 2020, quando a segunda onda não havia nem começado.

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