Sargento da PM é preso depois de matar esposa após ceia de natal

De acordo com o perito Fernando Benevides, que esteve no local do crime, o feminicídio aconteceu depois da ceia natalina, no quarto do casal

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Um sargento reformado da Polícia Militar, de 53 anos, foi preso na manhã desta sexta-feira (25), no Recife, acusado de matar a esposa, uma mulher de 45 anos de idade, com dois disparos de arma de fogo dentro de casa.

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De acordo com a Polícia Militar (PM), o marido da cabeleireira Anna Paula Porfírio dos Santos, Ademir Tavares de Oliveira, foi levado ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde foi autuado em flagrante.

Ainda segundo a PM, o homem foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML) e, em seguida, ao BPChoque. À polícia, a família da vítima e do policial aposentado contaram que os dois eram casados há 20 anos e tinham uma filha de 12, que estava em casa no momento do crime.

Sargento da PM é preso depois de matar esposa após ceia de natal
À polícia, a família da vítima e do policial aposentado contaram que os dois eram casados há 20 anos e tinham uma filha de 12, que estava em casa no momento do crime. (Foto: reprodução)

PM afirma que crime ocorreu após a ceia

Segundo o perito Fernando Benevides, que esteve no local do crime, o feminicídio aconteceu depois da ceia natalina, no quarto do casal. “Eles estavam separados, reataram o relacionamento e ele infelizmente cometeu essa tragédia. O DHPP foi acionado, chegou ao local e ele não reagiu, entregou a sua arma. Foram dois disparos, um no tórax e outro na face. Um a uma curta distância e outro à queima-roupa”, disse.

Segundo a PM, outros membros da família do sargento reformado moram no térreo da casa e haviam celebrado o Natal junto com o casal. Os familiares ouviram os disparos depois que os dois subiram para o quarto, mas não conseguiram socorrer a vítima, de acordo com o perito.

“A família dele ouviu tudo, mas quando chegou lá não tinha mais como socorrer por conta da gravidade. Todo mundo ouviu, mas não teve como socorrer. Foram tiros fatais. No local do crime tinha bastante sangue e algum desalinho, indicando que houve uma discussão, mas não luta”, contou Benevides.

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