São Paulo mantém fase amarela e faz mudanças

A capital do estado de São Paulo continua na fase amarela da quarentena, como medida para desacelerar a contaminação por Covid-19

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A partir de segunda-feira (11), uma nova classificação das fases no estado de São Paulo estará em vigor. As cidades de Marília, Registro e Sorocaba vão da fase amarela para laranja. A cidade de Presidente Prudente também fica na fase laranja, assim, segue subindo de nível, já que estava na fase vermelha. 

Com essas mudanças, 90% do estado de São Paulo se mantém na fase amarela da quarentena, com isso, mudam os parâmetros de funcionamento dos estabelecimentos. 

A lotação máxima de bares, restaurantes e outros comércios também sofrem alteração.

Mudanças no plano de São Paulo contra a Covid-19

O governo anunciou que haverão mudanças nos critérios de classificação das cidades e nas restrições de cada fase. Neste momento, a fase laranja só será diferente da amarela por ser mais restritiva quanto ao número de pessoas permitido em cada estabelecimento. Entre as alterações divulgadas está o horário de funcionamento dos comércios, sendo 8 horas de funcionamento na fase laranja e dez horas na fase amarela. 

Além disso, o atendimento presencial em bares, por exemplo, só será permitido até às 20h para regiões que estão na fase amarela, enquanto isso, na laranja, o setor só poderá funcionar por sistema de entrega ou retirada. Os comércios abertos podem funcionar até as 20h na fase laranja e até as 22h na amarela.

Mudanças para a fase verde

Para uma região ser incluída na fase laranja, o índice de ocupação de UTIs agora passa a ser de 75% para 70%. Mais que isso, o governo passa a colocar mais critérios de avaliação, impondo regras a mais para que as cidades cheguem à verde. Para uma região entrar na fase verde deve ter diminuição de internação e diminuição significativa de mortes por Covid-19 em um período de 14 dias, levando em consideração o número de habitantes. 

De acordo com o posicionamento da secretária de Desenvolvimento Econômico de São Paulo, Patrícia Ellen, o principal parâmetro para São Paulo será o número de internações por 100 mil habitantes. 

“Os próximos seis meses são críticos”

Ela diz: “Não basta só ter leitos, temos que controlar a pandemia. Os próximos seis meses são críticos, temos esperança da vacina, mas também responsabilidade de conter a pandemia. O indicador principal, agora com mais destaque, são as internações por 100 mil habitantes, que vemos que no estado está na média, com 43,3%”.

O ano de 2021 é considerado um ano importante para o governo, com o principal objetivo de controle da doença e fim da pandemia. 

Imagem: Exame.

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