Samara Felippo revela que caçula sofreu racismo na escola: “Me deu taquicardia”

A atriz de 42 anos de idade é mãe de Alícia e Lara, da antiga união com Leandro Barbosa

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Samara Felippo, que sempre foi muito honesta com os fãs sobre sua vida pessoal, abriu o jogo sobre um episódio de racismo envolvendo a filha mais nova, Lara, de 8 anos. Em live no Instagram, na última segunda-feira (13), a atriz de 42 anos afirma que a caçula foi chamada de ‘negrinha chata’ por um colega de escola.

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“Ela veio me contar isso, sei lá, uma semana depois do ocorrido. E aí, me deu uma taquicardia momentânea e eu falei: ‘filha, está tudo bem? Como é que você recebeu isso? Você precisa falar para a professora na hora’”, revelou Samara, bastante aflita com a situação.

A ex-contratada da TV Globo explicou para a filha que a fala do ‘amiguinho’, um menino branco, era crime e entrou em contato com a Instituição. Samara já recebeu um e-mail confirmando uma reunião entre ela e os pais da criança.

Para Samara, o mais importante é que as filhas tenham um local seguro: “Crianças como a minha filha e tantas crianças pretas que deixam de ir para a escola e são feridas na primeira infância, atravessadas pelo racismo. Eu fiquei muito p*ta”.

Atriz admite que vivia em um ‘bolha’ antes do nascimento das filhas

Samara Felippo, que também é mãe de Lara, admitiu durante a live que, por ser branca, sempre viveu em uma bolha, bastante alheia ao racismo. Tudo isso mudou quando ela teve as filhas, que são negras, e ela teve que abrir os olhos para a realidade do mundo.

“Eu vivia muito na minha bolha branca, romantizada. Vivi durante muitos anos nesta bolha. Furar é muito difícil, requer informação, abrir a mente, consciência. Acho que isso veio aos poucos. Não foi uma chave que virou de repente”, confessa a atriz.

Samara diz que não culpa os pais, já que a sociedade como um todo é racista, relembrando um episódio após o nascimento da primeira filha, da antiga união com Leandro Barbosa: “É um assunto delicado de eu falar. A gente cresce tão racista, que eu lembro que tive a cesárea, e uma amiga minha disse que eu saí sedada, falando: ‘E o cabelinho dela, como é?”.

 

 

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