RJ, Ceará e no Maranhão podem entrar na 2° onda do coronavírus

O dados foram divulgados pelo Infogripe, um sistema que monitora a ocorrência da síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no país.

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Diante do avanço da doença em vários estados, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) alertou nesta sexta-feira que o Rio de Janeiro, Ceará e o Maranhão podem viver uma segunda onda do coronavírus Covid-19.

O dados foram divulgados pelo Infogripe, um sistema que monitora a ocorrência da síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no país.

Assim, foi possível registrar que nesses três estados, um pico de casos aconteceu na primeira quinzena de maio.

Já no mês de junho, houve quedas seguidas, mas, no fim de julho, segundo as estimativas, a curva tornou a subir, o que voltou a preocupar as autoridades de saúde do país.

Rio de Janeiro pode fechar todos os hospital de campanha

Nesta quarta-feira (29), o secretário estadual de Saúde do RJ, Alex Bousquet, anunciou a intenção de fechar, até o dia 12, todos os hospitais de campanha sob gestão do estado.

O argumento de Bousquet é “uma queda confiável” nos casos.

Entretanto, uma decisão da Justiça impede a desmobilização, mas o estado anunciou um recurso.

Brasil vive um ‘platô’ da doença

RJ, Ceará e no Maranhão pode entrar na 2° onda do coronavírus
RJ, Ceará e no Maranhão pode entrar na 2° onda do coronavírus – Foto: Pixabay

Já a projeção para todo o Brasil, segundo o pesquisador e coordenador do Infogripe, Marcelo Gomes, o país hoje não vive uma situação tranquila.

“Estamos com uma estimativa de que o número de novos casos semanais pode estar acima do primeiro pico, registrado em maio”

A curva do Brasil é diferente da do RJ. Em vez de um pico e uma subsequente queda — com sinal de retomada no crescimento —, há uma oscilação num platô, com tendência de aumento.

Apesar disso, as mortes ainda continua e o medo das autoridades é que a população leve esse número de forma errada.

Ou seja, acreditando que a doença está controlada no país, comecem a se descuidar.

Por isso, o indicado ainda é manter o isolamento social, saindo apenas o necessário, e quando fizer assim, usar máscaras e álcool em gel sempre que estiver em qualquer espaço público.

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