Rendimento domiciliar per capita é maior que o dobro nos domicílios sem auxílio emergencial

As informações são da PNAD Covid-19, pesquisa do IBGE

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O rendimento médio real domiciliar per capita efetivo do Brasil ficou em R$ 1.298 em novembro. Em comparação com o mês anterior, o rendimento sofreu queda. Ou seja, houve um decréscimo de 1,8% no valor em relação a outubro, quando o rendimento atingiu R$ 1.321. A saber, as regiões Norte e Nordeste registraram os menores valores, de R$ 864 e R$ 865, respectivamente. 

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou as informações nesta quarta-feira, dia 23. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD Covid-19). 

 

Norte e Nordeste possuem o maior número de domicílios com algum auxílio do governo 

Em novembro, 41,0% dos domicílios do Brasil receberam algum auxílio relacionado à pandemia da Covid-19. A saber, três meses atrás, em agosto, o número estava em 43,9%. Aliás, o valor médio do benefício, no mês passado, ficou em R$ 558 por domicílio. As regiões Norte e Nordeste continuam com os maiores percentuais de domicílios recebendo algum auxílio: 57,0% e 55,3%, respectivamente. 

Vale ressaltar que o percentual de 41,0% corresponde a 28,1 milhões de domicílios do Brasil, ante 29,0 milhões em outubro.

Em suma, entre os auxílios, estão o Auxílio Emergencial, destinado a trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados, e a complementação do Governo pelo Programa Emergencial da Manutenção do Emprego e da Renda.

Por fim, os cinco estados que possuem o maior percentual de domicílios com, pelo menos, um morador recebendo auxílio do governo são: Amapá (70,1%), Pará (61,1%), Maranhão (60,2%), Alagoas (58,4%) e Piauí (57,5%). Na sequência, estão todos os estados das regiões Norte e Nordeste.

Em síntese, os estados com as menores proporções de domicílios recebendo auxílio do governo são Santa Catarina (22,0%) e Rio Grande do Sul (27,0%). 

 

 

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