Reino Unido supera 100 mil mortos por covid em dia com recorde diário de óbitos

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Mais de 100 mil pessoas morreram por causa de complicações da covid-19 no Reino Unido desde que a doença apareceu pela primeira vez no país, há quase um ano. Nesta quarta-feira (13), um recorde no número diário de mortes: 1.564. Como resultado, elevou o número de mortos para 101.160, conforme dados oficiais.

O número de vítimas excede em muito algumas das estimativas do pior cenário feitas durante a primeira onda da pandemia. De acordo com especialistas em saúde pública ouvidos pelo jornal The Guardian, é um sinal de “fracasso fenomenal de políticas e práticas”.

Durante a pandemia, quase uma em cada 660 pessoas no Reino Unido morreu por covid ou de causas relacionadas. Trata-se de uma das piores taxas de mortalidade por coronavírus do mundo, de 151 para 100 mil pessoas, conforme as estatísticas.

Dessa forma, o Reino Unido está agora à frente dos Estados Unidos, Espanha e México , onde houve 116, 113 e 108 mortes para cada 100 mil pessoas, respectivamente.

Em contraste, as nações com mais baixas nas taxas de casos e mortalidade são Nova Zelândia e Austrália, com 0,5 e 3,6, respectivamente, para uma população de 100 mil habitantes. Taiwan teve o menor índice: 0,3.

Pandemia no Reino Unido

O número de pacientes com covid que precisam de tratamento hospitalar disparou nas últimas semanas no Reino Unido. Mais de 35 mil precisaram de atendimentos médicos. O número de pessoas com resultado positivo nos últimos sete dias é de mais de 400 mil, conforme dados oficiais.

Leia mais: Reino Unido avalia transferir pacientes com covid a hotéis para desafogar sistema de saúde

O Reino Unido já está sob lockdown por tempo indeterminado para conter a disseminação da nova variante. Lojas não essenciais, como academias e cabeleireiros estão fechadas. A maioria das pessoas trabalham em casa e as escolas oferecem ensino à distância.

Conforme a mídia local, o governo tenta desesperadamente proteger as pessoas com vacinas antes que os hospitais sejam sobrecarregados. O maior temor são os casos da nova variante do vírus, que é mais infecciosa.

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1 comentário
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