Record demite Gerson de Souza após jornalista se tornar réu por assédio sexual

As denúncias ocorreram no começo do ano passado

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Um ano após ser denunciado por assédios sexuais, o repórter Gerson de Souza foi demitido oficialmente pela Record.

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De acordo com o site Notícias da TV, neste sábado, dia 17, isso porque Gerson se tornou réu na Justiça de São Paulo pelo crime de importunação sexual de quatro vítimas.

Desde maio de 2019, a emissora tinha apenas afastado o jornalista de seu cargo enquanto aguardava o desfecho das investigações policiais.

Gerson recebia seu salário normalmente. A Record confirmou a demissão do jornalista, mas não apresentou justa causa.

Relembre o caso

Em 2019, 12 funcionárias da TV Record entraram em contato com o RH da emissora denunciando assédios de Gerson de Souza.

De acordo com as testemunhas, as importunações aconteciam há anos e variavam de toques inapropriados a palavras maliciosas e de duplo sentido.

As funcionárias resolveram se unir contra Gerson depois que ele teria roubado o beijo de uma delas, em ambiente de trabalho.

De acordo com o Ministério Público, o assédio foi constatado durante as investigações:

Por diversas vezes e de forma continuada, importunava as vítimas com palavras maliciosas, comentários de conotação sexual, gestos obscenos e toques lascivos e não consentidos, com elas mantendo contato físico inoportuno, constrangendo-as dentro do local de trabalho.

A primeira vítima de Gerson foi uma estagiária que trabalhou na Record em 2016.

O repórter nega todas as acusações.

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