Projeto na Câmara propõe trabalho remoto para mães que amamentam

De acordo com a proposta, as mães que trabalham teriam mais tempo para amamentar seus bebês. Elas poderiam seguir no trabalho remoto

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O trabalho remoto parece ter vindo para ficar mesmo depois da pandemia do novo coronavírus. Na Câmara Federal, um deputado quer que todas as mães que amamentam tenham a possibilidade de trabalhar de maneira remota.

A proposta é do deputado federal Paulo Bengston, do PTB do Pará. De acordo com ele, a ideia é que o projeto estimule o aleitamento materno. Ou seja, ele quer que as mães passem mais tempo amamentando os seus filhos.

Mas de acordo com o deputado essa regra não valeria pra todo mundo. É que o projeto fala em “trabalho remoto sempre que possível”. Ou seja, a proposta dá a entender que só vai valer para os casos onde o trabalho remoto não signifique prejuízo para a empresa.

Se não houver prejuízo, a mãe poderia trabalhar de maneira remota por até seis meses depois do fim do período da licença-maternidade. Assim, ele seria uma espécie de lei que aumentaria o tempo das mães em casa neste período.

Vale lembrar ainda que esse projeto não vale apenas para o período da pandemia do novo coronavírus. Ou seja, mesmo com o fim do período da calamidade pública no próximo mês de dezembro, o projeto seguiria valendo.

Mães

A proposta também fala sobre as mães que não podem realizar os seus trabalhos de casa. Nesses casos, o projeto quer que essas mães tenham direito a dois períodos de descanso de meia hora durante os primeiros 12 meses de vida do filho.

Atualmente, a legislação já prevê essas duas pausas. Mas elas só valem para os seis primeiros meses depois da licença-maternidade. Seja como for, ainda não há uma data para a votação deste projeto em questão.

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