Professora é presa por jogar desinfetante em alunos que vestiam máscara errado

O momento em que Christina borrifa o produto de limpeza nos alunos foi registrado em um vídeo, que foi levado em consideração no tribunal

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Uma professora foi presa acusada de borrifar desinfetante em quatro de seus alunos de ensino médio, em uma escola no estado da Flórida, nos Estados Unidos. Christina Reszetar, de 51 anos, alega que puniu os estudantes porque eles não estavam usando máscaras adequadamente para se protegerem contra a Covid-19.

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O caso aconteceu na última quinta-feira (07) e a acusada participou de uma audiência na sexta-feira (08) depois de passar uma noite na prisão. O momento em que Christina borrifa o produto de limpeza nos alunos foi registrado em um vídeo, que foi levado em consideração no tribunal.

Segundo informações publicadas pelo site britânico “Daily Mail”, a professora trabalha há 18 anos como professora de matemática, dando reforço a alunos com deficiência de aprendizagem. Durante a audiência, o juiz responsável pelo caso perguntou se Christina poderia contratar um advogado para defendê-la. No entanto, ela alegou que não tinha condições financeiras para isso por conta do baixo salário de professora.

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O momento em que Christina borrifa o produto de limpeza nos alunos foi registrado em um vídeo, que foi levado em consideração no tribunal. (Foto: reprodução)

Ainda de acordo com o site britânico, O magistrado afirmou depois que poderia caracterizar o ato de borrifar produto de limpeza nos alunos “como uma tentativa severamente equivocada de disciplinar os educandos”.

No entanto a prisão serviu apenas para ensinar a professora a não praticar novamente o ato. Isso porque o juiz acabou negando um pedido do estado da Flórida de aumentar sua pena. Dessa forma, por ausência de registros criminais, ele liberou a professora da prisão sem pagamento de fiança, após ela dormir um dia na cadeia.

Por fim, a publicação do “Daily Mail”  revela que Christina deixou as grades, mas ainda irá a julgamento. Isso, se o estado avançar com as acusações contra ela.

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1 comentário
  1. […] alguns grupos trabalhistas na primeira fase da vacinação. Há, por exemplo, uma pressão para que os professores ganhem essa prioridade junto com os profissionais de saúde […]

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