Procurados são presos por meio do auxílio emergencial

Todos foram presos em cumprimento a mandados de prisão e alguns já receberam até a segunda parcela do benefício do Governo Federal

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Nesta segunda-feira (29/06), 32 pessoas já procuradas foram presas, no estado do Amazonas. A prisão aconteceu depois que os procurados receberam o auxílio emergencial.

De acordo com a Polícia Civil do estado amazonense, os 32 procurados já tinham mandados de prisão. Além disso, a informação é de que alguns já estariam recebendo, inclusive, a 2 ª parcela do auxílio emergencial.

Procurados na operação “Afronte ao Auxílio”

Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM), a operação batizada de “Afronte do Auxílio” utiliza-se do cadastro de solicitações e recebimentos do auxílio emergencial para localizar procurados pela Justiça.

Sobre o caso, o secretário de Segurança Pública, Louismar Bonates, e a delegada-geral da Polícia Civil, Emília Ferraz, deram uma coletiva de imprensa, na manhã de hoje (segunda-feira, dia 29/06). Conforme revelado na entrevista coletiva, alguns dos suspeitos eram procurados e já respondiam por crimes graves, como de homicídio.

“Entre os nomes enviados pela Controladoria Geral da União, 32 tinham mandado de prisão em aberto por homicídio e tráfico”, revelou Bonates. “Dos 15 procurados, os crimes eram relativos a homicídios e 13 por envolvimento com tráfico de drogas”, falou o secretário de Segurança Pública.

Ainda, os 32 mandados foram cumpridos apenas na primeira fase da operação. Segundo a delegada, além de responderem pelos delitos, os presos também deverão devolver o valor do auxílio emergencial recebido.

Controladoria da União

De acordo com a Controladoria da União, o objetivo principal da ação é vetar o pagamento indevido do auxílio emergencial a criminosos procurados. Fato que, segundo Bonates, é um trabalho que está sendo feito após o cadastro.

“Estamos trabalhando junto com a CGU, mas, o volume de pessoas é muito grande, o que leva que esses ‘espertalhões’ sejam beneficiados”, falou o secretário da Segurança Pública do Amazonas. “O que estamos fazendo, por exemplo, é – após o cadastro – tentar agilizar a fiscalização para saber se essas pessoas estão habilitadas ou não a receber”, explicou Bonates.

 

Com informações do Em Tempo

 

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