Presidente francês Macron testa positivo para a covid-19

1

Enquanto a França e outros países se preparam para lançar a campanha de vacinação para conter a pandemia, a notícia que chega nesta quinta-feira (18) do Palácio do Eliseu, sede do governo francês, é que o presidente do país, Emmanuel Macron, testou positivo para a covid-19. “O diagnóstico foi estabelecido após um teste depois do surgimento dos  primeiros sintomas”, informou uma nota divulgada à imprensa.

De acordo com as diretrizes de saúde em vigor aplicáveis ​​a todos, Macron ficará isolado por sete dias. “Ele vai continuar a trabalhar remotamente e não apresenta uma forma severa da covid”, completou a nota. A primeira dama, Brigitte Macron, estava em confinamento solitário há alguns meses após ter estado em contato com uma pessoa positiva, mas não havia contraído o vírus.

O primeiro-ministro francês, Jean Castex, se colocou em isolamento preventivo e não irá ao Senado, onde era esperado para uma sessão marcada anteriormente. O presidente da Assembleia Nacional, Richard Ferrand, também está em confinamento solitário, segundo a imprensa do país.

Outros líderes europeus foram colocados em isolamento preventivo. O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sànchez, encontrou Macron em um almoço de trabalho na segunda-feira (14), e o primeiro-ministro português, Antonio Costa, viu o presidente francês ontem no Eliseu. Ambos não apresentaram sintomas.

Ações do governo francês

Na última quarta-feira (16), o primeiro-ministro francês anunciou que cerca de 1,16 milhão de doses da vacina serão entregues até ao final do ano. Além disso, mais  2,2 milhões de doses adicionais vão ser distribuídas entre janeiro e fevereiro. 

No total, a França encomendou cerca de 200 milhões de doses para vacinar. Ou seja, 100 milhões de pessoas, já que a vacina atual requer duas injeções com algumas semanas de intervalo. 

Mais de 59 mil franceses morreram desde o início da pandemia. A França só saiu do segundo lockdown na última segunda-feira (14) e entrou em uma fase de reabertura parcial que prevê que restaurantes, bares e locais de cultura continuem fechados. Pelo menos até 20 de janeiro.

As autoridades decretaram toque de recolher a partir das 20h, semelhante ao que antecedeu o segundo lockdown. Isso porque a meta máxima de 5 mil infecções diárias não foi atingida. Atualmente, o país contabiliza, em média, 11 mil novos casos por dia.

Avalie o Artigo:

Sucesso na Internet:

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.