Preços do petróleo avançam no dia, com crescimento econômico global

Estoques americanos de petróleo despencaram na semana passada

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Os preços do petróleo encerraram o pregão desta quarta-feira (7) no campo azul. O que mais pesou no dia foi a melhora econômica global, que acabou impulsionando as bolsas de valores em todo o mundo. Por outro lado, o avanço da pandemia da Covid-19 coloca em risco a recuperação da demanda mundial.

Em primeiro lugar, o FMI divulgou na véspera uma nova revisão de suas projeções para a economia mundial em 2021. Em resumo, o Produto Interno Bruto (PIB) global deve crescer 6% no ano, em vez dos 5,5% estimados anteriormente.

Essa nova estimativa é reflexo do crescimento mais expressivo que os Estados Unidos devem registrar (5,1% para 6,4%). A China também contribui com esse resultado, visto que, segundo o FMI, seu PIB deve disparar 8,1% em 2021.

No entanto, o avanço da pandemia da Covid-19 ao redor do mundo segue preocupando os mercados globais. Diversos países já endureceram as suas medidas restritivas de circulação de pessoas para evitar a disseminação do vírus.

Em suma, países como França e Espanha estão usando medidas mais severas para combater o novo coronavírus. Já Índia e Tailândia sofrem com novos surtos da doença. No Japão, especialistas alertam o país para uma nova onda de contágios e mortes. Da mesma forma, nos Estados Unidos, ainda há muito receio, apesar da vacinação estar bem avançada.

Também vale ressaltar que os estoques de petróleo dos EUA afundaram em 3,5 milhões de barris na semana passada. Em contrapartida, as reservas de gasolina registraram um crescimento expressivo de 4 milhões de barris. As projeções do mercado indicavam recuo de 221 mil barris de gasolina na semana.

 

Preços do petróleo mais caros

Diante destas notícias, o otimismo prevaleceu e impulsionou os preços da commodity. Dessa forma, o barril do petróleo Brent para maio teve alta de 0,7%, o que equivale a US$ 0,42, terminando o dia cotado a US$ 63,16. Da mesma forma, o petróleo dos Estados Unidos (WTI) subiu no pregão (0,7% ou US$ 0,44). Com isso, o preço do barril agora custa US$ 59,77 na Bolsa de Mercadorias de Nova York.

 

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