Preço do gás de cozinha tem crescimento firme na semana

Levantamento da ANP indica uma elevação nacional média de 1,81%; apenas duas UFs tiveram queda no preço do botijão de 13 quilos

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O preço do gás de cozinha ficou mais caro em todo o Brasil na semana encerrada em 19 de junho. Pelo menos é o que aponta o levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A saber, a média nacional teve alta de 1,81% no período.

Em resumo, todas as regiões do país registraram valores mais caros. As maiores variações vieram do Sudeste (2,19%) e Centro-Oeste (2,00%). Em seguida, ficaram o Nordeste (1,68%) e o Sul (1,57%), com altas um pouco menores. Já o Norte teve o menor aumento de preço (0,70%).

Aliás, apenas duas Unidades da Federação (UFs) tiveram queda semanal no preço médio do botijão de 13 quilos: Roraima (-1,04%) e Acre (-0,75%), ambos estados do Norte. Em contrapartida, as maiores altas vieram do Distrito Federal (3,87%), Minas Gerais (3,55%) e Maranhão (3,44%).

Ranking nacional do preço dos botijões

Com as novas variações, apenas o botijão do Rio de Janeiro continua abaixo dos R$ 80,00. A propósito, o Rio teve o gás de cozinha mais barato do país em todas as semanas de 2021. Nesta atualização, o preço subiu 2,66% e agora o botijão custa R$ 78,527.

Na sequência, ficaram: Pernambuco (R$ 81,864), Sergipe (R$ 82,352), Bahia (R$ 82,560) e Distrito Federal (82,968), apesar deste ter liderado as altas na semana. Por outro lado, o botijão mais caro do país foi novamente o de Mato Grosso, custando R$ 108,483.

A saber, outras quatro UFs também tiveram preço superior a R$ 100,00: Amapá (R$ 104,556), Rondônia (R$ 103,918), Acre (R$ 103,302) e Roraima (R$ 101,333), todos da região Norte. Por isso que esta é a região com o gás mais caro do país, custando, em média, a R$ 95,852.

Centro-Oeste possui o segundo botijão com o maior valor (R$ 93,045), seguida por Sul (R$ 88,050), Nordeste (R$ 85,927) e Sudeste (R$ 85,090), mesmo tendo apresentado a variação mais expressiva da semana entre as regiões do país.

Por fim, vale ressaltar que o levantamento da ANP mostra os preços médios de revenda do país, mas também os preços de paridade de importação nos postos. Em suma, a variação no Porto de Santos foi de 2,65% na semana, taxa bastante parecida com a do Porto de Suape (2,63%).

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