Política Nacional de Educação Digital é aprovada na Câmara; veja o que muda

Com o projeto, inclui-se o ensino de computação, programação, robótica e outras competências digitais em todos os níveis de escolaridade

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Foi aprovado nesta quinta-feira (04), na Câmara dos Deputados, um projeto criado com o intuito de instituir a chamada Política Nacional de Educação Digital, medida que visa estabelecer estratégias cujo objetivo é a capacitação de profissionais e também a inclusão do ensino de computação, programação, robótica e outras competências digitais em todos os níveis de escolaridade.

O texto, que após a aprovação desta quinta na Câmara, seguira para o Senado Federal, e caso não sofra mudanças, para a sanção do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), é separado em quatro eixos. O primeiro trata sobre a inclusão digital a partir da promoção de estratégias gratuitas voltadas para todas as camadas da população.

O segundo eixo tem como intuito promover a educação digital escolar, englobando tópicos como o pensamento computacional, a cultura digital e a tecnologia assistiva. Já o terceiro grupo de medidas diz respeito à capacitação e especialização digital voltada para a formação de profissionais e também o desenvolvimento de competências digitais e habilidades necessárias à empregabilidade.

Por fim, o projeto, que teve como autora a deputada Angela Amim (PP) e foi relatado pelo parlamentar Israel Batista (PSB), traz um eixo que trata sobre a pesquisa científica em tecnologias da informação e comunicação. Aqui, de acordo com o texto, o objetivo é estimular a produção de novos conhecimentos.

De acordo com Israel Batista, a proposta, que também altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, é fundamental, pois servirá para que os alunos tenham acesso às competências digitais ao longo das suas etapas, desde o ensino fundamental. “Nessas etapas iniciais da formação escolar, é essencial introduzir os alunos aos conceitos da computação e tecnologias digitais, de forma a viabilizar a construção dos conhecimentos e habilidades necessários à vida e ao desempenho das profissões do século XXI”, explicou o parlamentar em entrevista à agência “Câmara de Notícias”.

Conforme aponta o texto aprovado na Câmara, o objetivo é estimular a promoção de competências informacionais e digitais, ferramentas on-line entre outras estratégias como forma de estimular a inclusão digital, respeitando as diretrizes curriculares vigentes e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

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