Policial admite que sequestrou, estuprou e assassinou Sarah Everard

Sarah Everard foi sequestrada, estuprada e morta. Ela foi encontrada dentro de uma mala, uma semana após ter desaparecido.

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Acusado pela morte de Sarah Everard, o policial Wayne Couzens admitiu ser o culpado pelo crime que abalou o Reino Unido no mês de março. O agente confessou o crime enquanto participava de uma audiência no tribunal penal de Londres por videoconferência, a partir da prisão de segurança máxima de Belmarsh, onde está detido.

Na tarde de hoje (08), Wayne Couzens, de 48 anos, se declarou culpado pelo sequestro e estupro de Sarah Everard. Além disso, ele, que é agente da unidade de proteção diplomática da polícia de Londres, admitiu sua responsabilidade na morte. Agora, uma nova audiência do caso está prevista para 9 de julho, e o julgamento deve ocorrer em outubro.

Sarah Everard foi sequestrada, estuprada e morta. Ela foi encontrada dentro de uma mala, uma semana após ter desaparecido.
Sarah Everard foi sequestrada, estuprada e morta. Ela foi encontrada dentro de uma mala, uma semana após ter desaparecido.

Desaparecimento de Sarah

Sarah Everad, executiva de marketing, de 33 anos, desapareceu no dia 3 de março. Na oportunidade, a mulher voltava a pé após visitar amigos em Clapham, ao sul de Londres. No entanto, ela não chegou ao destino.

Everard foi encontrada morta uma semana depois em um bosque de Kent, no sudeste da Inglaterra, onde Couzens vivia – ela estava dentro de uma mala. No laudo da necropsia, os peritos afirmaram que a mulher morreu por conta de uma “compressão do pescoço”.

Na época em que esteve desaparecida houve uma grande comoção e protestos no Reino Unido sobre a violência contra mulheres. De acordo com as informações, mesmo as manifestações da época terem sido pacíficas, a polícia agiu com hostilidade.

Na época em que esteve desaparecida houve uma grande comoção e protestos no Reino Unido sobre a violência contra mulheres.
Na época em que esteve desaparecida houve uma grande comoção e protestos no Reino Unido sobre a violência contra mulheres. (Foto: reprodução)

Prova disso é que flores e até velas em homenagem a Sarah chegaram a ser pisoteadas pelos agentes. Além disso, a polícia também negou permissão para uma vigília perto de onde Sarah foi vista com vida pela última vez, dizendo que a medida visava prevenir a disseminação da Covid-19. No entanto, mesmo assim, centenas de pessoas, a maioria mulheres, se reuniram pacificamente no parque.

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