Polícia investiga morte de mulher após procedimento estético em Minas Gerais

Edisa de Jesus Solini tinha apenas 20 anos de idade. Ela morreu no último sábado (12) logo depois de realizar um procedimento estético

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A Polícia Civil de Minas Gerais está investigando as causas da morte de uma jovem em Belo Horizonte. Edisa de Jesus Solini tinha apenas 20 anos de idade. Ela realizou um procedimento estético na última sexta-feira (11).

Um dias depois desse procedimento, ela passou mal já em casa. Ela então foi até um hospital da região já no sábado (12). Mas ela não resistiu. Ou seja, a mulher morreu menos de 24 horas após ter feito o procedimento estético.

Esse procedimento em questão foi uma lipoescultura e um um enxerto de silicone. Tudo aconteceu na clínica Belíssima que fica em Belo Horizonte, em Minas Gerais. Nas redes sociais, aliás,  Edisa se mostrou muito animada com a cirurgia.

Agentes da Polícia Civil de Minas Gerais já foram até essa clínica. Por lá, eles recolheram documentos. Esses papéis vão provavelmente ajudar na investigação. Afinal, os policiais querem descobrir o motivo da morte da jovem.

Durante o início desta semana, dezenas de pessoas foram até a fachada da clínica Belíssima. Eles gritavam palavras e frases de ordem como: “Ela só tinha 20 anos”. Aliás, nas redes sociais, a mãe de Edisa, Arlete Mota, disse que “vai até o fim” para achar os culpados pela morte da filha.

Edisa era muito conhecida na região. Ela se orgulhava de ser uma mulher muito vaidosa nas redes sociais. Ela, aliás, tinha o seu próprio salão de beleza. Só o seu perfil oficial do Instagram tinha mais de 17 mil seguidores. Ela era portanto uma influencer.

Procedimento estético

Esta não é a primeira vez que uma mulher morre após passar por uma cirurgia nesta clínica em Belo Horizonte. Em 2011, uma jovem que respondia pelo nome de Cátia de Oliveira morreu momentos depois de fazer um procedimento estético.

Já nesta época, a Prefeitura de Belo Horizonte informou que a clínica não tinha alvará de funcionamento. Ou seja, se não tinha esse documento não poderia realizar questões simples como comprar remédios.

A Polícia Civil não deu mais detalhes sobre a investigação da morte de Edisa.

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