Polícia identifica corpo de jovem queimada em Curitiba e pai coloca a culpa nas drogas

O corpo pertence à Ana Carla Dallacosta de Menezes, de 21 anos, uma jovem que morava em Rolândia, no Norte no Paraná

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A Polícia Civil revelou, nesta terça-feira (23), que o Instituto Médico-Legal (IML) identificou o corpo de uma jovem que foi assassinada e teve o corpo carbonizado em Curitiba, no Paraná, no último dia 13 de outubro. Segundo as informações, o corpo pertence à Ana Carla Dallacosta de Menezes, de 21 anos, uma jovem que morava em Rolândia, no Norte no Paraná.

De acordo com a corporação, a principal linha de investigação leva a crer que a vítima tinha ligação com uma traficante de Curitiba e isso poderia ter ocasionado a morte.

No Facebook, o pai de Ana Carla, Carlos Menezes, afirmou que a filha era envolvida com drogas. Além disso, ele relatou a dor que está sentindo por ter perdido sua filha. “Estou manifestando aqui, porque me tornei um homem público nesta cidade. Sou um pai e nunca me acovardei”, começou.

“A dor é grande e não desejo para ninguém. Nenhum pai ou mãe deseja passar por esse sofrimento que eu e minha família estamos passando. Sempre lutei e ninguém sabe a dor que é um filho se envolver com a maldita droga”, completou o homem.

Em outro momento, ele relatou que não estava mantendo contato com a filha das últimas semanas que antecederam o fato, pois a Ana Carla estava em Maringá, no norte do Paraná, procurando um emprego. “Desde então, não manteve contato com a família”, relatou Carlos Menezes.

O corpo pertence à Ana Carla Dallacosta de Menezes, de 21 anos, uma jovem que morava em Rolândia, no Norte no Paraná.
O corpo pertence à Ana Carla Dallacosta de Menezes, de 21 anos, uma jovem que morava em Rolândia, no Norte no Paraná. (Foto: reprodução)

Nenhum suspeito pela morte da jovem foi preso

Segundo Tito Lívio Barichello, delegado da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), um inquérito foi aberto para que o crime seja apurado. “Temos linhas de investigação e uma delas é o vínculo da vítima com uma traficante da Vila Torres, que foi assassinada em uma chacina na região”, começou.

“As duas eram da mesma cidade, Rolândia, e tinham uma amizade aqui em Curitiba, já que a Ana era usuária de drogas”, afirmou ele, que relatou que o corpo de Ana Carla deverá ser liberado no IML nos próximos dias, para que o enterro possa ser realizado no interior do Paraná.

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