Pfizer diz que não aceita condições de Bolsonaro para vender vacina ao Brasil

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A Pfizer informou, nesta segunda-feira (22), que não aceita as condições do presidente Jair Bolsonaro  para que possam vender as vacinas no Brasil. Nesta reunião compareceu o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, juntamente com Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Além disso, a farmacêutica afirmou esperar que todos os conflitos brasileiros sejam resolvidos anteriormente com a Câmara Arbitral de Nova York. Pediram que o governo abra mão dos ativos no exterior como garantia do pagamento, a dívida brasileira ultrapassou os R$ 700 bilhões em 2020.  Não tardou para que Jair Bolsonaro atacasse as condições impostas pela Pfizer.

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De acordo com as informações da Pfizer, essas condições são impostas pelas farmacêuticas e não somente pela multinacional. Essas informações foram divulgadas pela jornalista Mônica Bergamo em sua coluna na Folha de S. Paulo. Não seria de se esperar outra coisa já que os desenvolvedores não querem assumir a culpa para os fornecedores em casa de não pagamento. 

Pfizer está sendo usada em muitos países

Em toda a América Latina houveram apenas 3 países que se negaram ao uso da vacina:  Brasil, Argentina e Venezuela. Os Estados Unidos é um dos maiores países na vacinação e já foram milhares de cidadãos que receberam as doses: até então, não há nenhum efeito colateral preocupante. Muito pelo contrário: segundo estudos, o combate ao coronavírus tem se mostrado ainda mais promissor com o uso da mesma. Em todo o mundo, mais de 69 países já adquiriram o desenvolvimento norte-americano. 

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Cesar Couto se manifestou contra a decisão: “Essa empresa não é idônea, prometem e não entregam as vacinas contratadas no prazo determinado. Produziram uma vacina e querem que o mundo todo se submeta às condições por eles determinadas.”

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