PF extradita procurado por tráfico internacional de cocaína

Segundo a corporação, o homem teria participado de um grupo investigado pela Polícia Federal na operação nomeada ‘Cullinan”, deflagrada em maio de 2017

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A Polícia Federal (PF) extraditou, nesta sexta-feira (09), um colombiano, de 51 anos, procurado pela Interpol e foragido da Justiça de Minas Gerais. De acordo com a entidade, o extraditado tinha contra si um mandado de prisão preventiva pelos crimes de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa.

Polícias Civil e Militar deflagram operação contra o tráfico em MG

Segundo a corporação, o homem teria participado de um grupo investigado pela Polícia Federal na operação nomeada ‘Cullinan”, deflagrada em maio de 2017.

À época, constatou-se que os investigados haviam se estabelecido em Belo Horizonte e Nova Lima, Minas Gerais, alugando imóveis e constituindo uma empresa fictícia.

Segundo a PF, a companhia em questão promovia a exportação de blocos de granito para a Europa, nos quais teriam, com alto grau de dissimulação, ocultado cocaína para o tráfico internacional.

O colombiano havia deixado o território brasileiro em meados de 2016 e foi preso na Colômbia em 2019. Em nota, a PF disse que o criminoso foi entregue a Policiais Federais na fronteira daquele país com o Brasil, sendo escoltado até Belo Horizonte.

“Após passar por exames de corpo de delito, o criminoso será encaminhado para o Ceresp-gameleira, onde permanecerá à disposição da Justiça Federal de Minas Gerais”, informou a entidade.

Outra operação

Outra ação da PF registrada nesta sexta-feira (09) aconteceu em Cacoal, em Rondônia. Por lá, a Polícia Federal deflagrou operação “Cashback”, a fim de desarticular uma organização criminosa responsável pela compra e circulação de moeda falsa no município.

Segundo a corporação, a investigação teve início com a apreensão de um encomenda contendo notas falsas remetidas através dos Correios na terça-feira (06). Na ocasião, a destinatária foi presa em flagrante pela Polícia Federal.

“A operação de hoje foi deflagrada para se chegar as pessoas que encomendaram as notas falsas, assim como para aprofundar as investigações com relação aos remetentes”, informou a PF.

Ainda conforme a entidade, há fortes indícios de que os envolvidos estariam ligados à organização criminosa e que praticariam ainda outros crimes através da internet.

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