Passageiro deixa ‘alerta de Covid-19’ em banco de ônibus: ‘não se sente’

O cartaz foi colocado assim que o passageiro desceu do transporte público de Praia Grande, no litoral de São Paulo

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Após ter visto que um homem que usava o transporte público estava espirrando muito, uma pessoa resolveu alertar os próximos passageiros para que eles não sentassem no local. “Um moço estava espirrando nesses assentos (Covid). Não sente-se (Covid)”, escreveu a pessoa.

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De acordo com as informações, o cartaz, que colocado assim que o passageiro desceu do transporte público de Praia Grande, no litoral de São Paulo, chamou a atenção de quem estava no veículo, sendo fotografado e repercutindo rapidamente redes sociais.

Em entrevista ao portal “G1”, uma pessoa que estava no ônibus disse que viu um homem espirrando muito no fundo do veículo.  “Depois, ele desceu e uma outra pessoa escreveu isso e colocou no banco, para alertar as outras pessoas, para não sentarem”, explicou essa pessoa, que não quis se identificar.

O cartaz foi colocado assim que o passageiro desceu do transporte público de Praia Grande, no litoral de São Paulo.
O cartaz foi colocado assim que o passageiro desceu do transporte público de Praia Grande, no litoral de São Paulo. (Foto: reprodução)

Por fim, esse passageiro, além de relatar que achou “bacana” o aviso, contou que, no período que permaneceu no ônibus, não viu ninguém se sentado naquele lugar. “Achei bacana o aviso. Mesmo os outros tossindo e tendo sintomas, as pessoas não passam álcool em gel na mão, e as empresas também não fazem a higienização direto, só uma vez por dia, que eu saiba”, começou.

“O cara fez a parte dele, de não sentar no local, e ainda colocou um aviso para alertar as outras pessoas que poderiam, eventualmente, sentar ali e pegar Covid-19, caso o passageiro tivesse”, finalizou o passageiro.

Passageiro realmente corria risco?

Também ao portal “G1”, Leonardo Weissmann, médico infectologista do Instituto Emílio Ribas, em São Paulo, e diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia, explicou que só haveria problema de outro passageiro sentar no local com o aviso caso essa pessoa encostasse a mão na poltrona e tivesse algum contato com uma eventual gotícula de saliva de alguém infectado, e, depois disso, levasse a mão até alguma mucosa, como o nariz, boca ou o olho. “Sentar nessa poltrona não é o problema, só é se a pessoa botar a mão ali e colocar no olho, no nariz e na boca”, explicou o médico.

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