Pamella Holanda detalha agressões de DJ Ivis: “A primeira vez eu estava grávida”

A influencer, que recebeu o apoio de diversos famosos, diz que hoje em dia se sente confortável para falar sobre as agressões e que busca por Justiça

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Pamella Holanda se pronunciou sobre as agressões que sofreu do ex, DJ Ivis, em entrevista ao colunista Léo Dias, nesta segunda-feira (12). A influencer, que já ganhou mais de dois milhões de seguidores no Instagram, diz que a última agressão ocorreu no dia 2 de julho.

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Bastante emocionada, a empresária revela que os dois se conheceram no Instagram em 2018 e, em fevereiro de 2020, Pamella descobriu estar grávida. O casal passou a morar juntos e as agressões começaram durante a gestação:

A primeira vez que ele me agrediu foi quando eu estava grávida de cinco meses, ele me pegou pelo pescoço, veio me arrastando pelo corredor que tinha no apartamento até o sofá. Ele me jogou no sofá. Na cabeça dele, era como se eu fosse um problema, um fardo.

A influencer diz que foi agredida diversas vezes durante o relacionamento: “Não sei quantas. Muitas! Não era só fisicamente, mas verbalmente, psicologicamente… Era um terror psicológico muito grande.”

Pamella tinha um ideal de família

A empresária diz que nunca denunciou o DJ Ivis antes porque achava que os abusos, um dia, acabariam. Em especial, após o nascimento da filha do casal. Mas isso não aconteceu: “Eu achava que ele mudaria. Isso é o ciclo do relacionamento abusivo, briga, briga, faz tudo e depois passa dois três dias bem, às vezes até evitando tudo para não ter conflito, para dizer que está tudo bem.”

Pamella revela, ainda que tinha um ideal de família e, por isso, era tão difícil deixar o ex: “Eu queria que ele criasse a filha dele, eu queria ter mais filhos. Me formar, nunca nem imaginei que um dia ele ficaria conhecido, nunca. Isso era muito novo. Eu estava ali para manter a minha filha.”

A empresária admite que sempre foi bastante submissa e que, ficou bastante chateada, com funcionários e familiares que presenciaram as agressões, mas não fizeram nada para impedir: “O cara que trabalhava para ele presenciava e não interferia. Absolutamente ninguém interferia, nem com força e palavras. Ninguém dizia nada, apenas a empregada que tentava aconselhar. A mãe dele nunca disse para ele não fazer isso. Minha sogra me dizia para aguentar calada porque o temperamento dele era assim e eu tinha que aguentar, ficar calada.”

 

 

 

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