Palmeirenses são condenados por espancar e matar corintiano com barras de ferro

Na denúncia do caso, o MP afirmou que o corintiano Daniel Veloso foi vítima de uma emboscada durante uma briga entre as torcidas de Palmeiras e Corinthians

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A Justiça de São Paulo condenou, na quarta-feira (26), quatro palmeirenses acusados de terem espancando e matado um torcedor do Corinthians usando barras de ferro. Segundo o Tribunal de Justiça (TJ) do estado, o quarteto foi condenado a 24 anos de prisão em regime fechado.

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De acordo com as informações, o caso aconteceu em setembro de 2016 em Itapevi, na Grande São Paulo, e teve bastante repercussão, pois envolveu as maiores torcidas organizadas das equipes paulistas: a Gavões da Fiel, do Corinthians, e a Mancha Verde, do Palmeiras.

Na denúncia do caso, o Ministério Público (MP) afirmou que o corintiano Daniel Veloso foi vítima de uma emboscada durante uma briga entre as torcidas rivais. Na ocasião, a vítima tinha 22 anos e foi atacada por um grupo de palmeirenses após voltar com a namorada de uma partida entre o Corinthians e o Palmeiras, realizada no estádio do Timão, localizado na Zona Leste da capital.

Ainda conforme o órgão, quando chegou em Itapevi, Daniel e a namorada foram cercados por torcedores do Palmeiras que estavam com barras de ferro. Neste momento, o jovem disse para a namorada correr e, logo em seguida, passou a ser agredido na cabeça pelos torcedores, que fugiram após o ataque.

Depois da sessão de espancamento, o corintiano ainda foi socorrido e encaminhado para um hospital. Todavia, devido à gravidade dos ferimentos, acabou não resistindo e morreu.

Quinto palmeirense

Nesta quarta, Daniel Cândido da Silva, Jose Alex Sandro da Silva Júnior, Jefferson Paulo da Silva e Wesley Ramos Dantas Lopes foram considerados culpados pela maioria dos jurados que estavam presentes no julgamento.

Além deles, um outro homem também é acusado de ter participado do crime. Ele é Kaio Robério Gomes Barbosa, que não foi julgado junto com o quarteto porque a defesa não pôde comparecer ao julgamento.

Por conta disso, o juiz Udo Wolff Dick Appolo do Amaral desmembrou o processo e o julgamento de Kaio, que assim como os outros réus já está preso, acontecerá em uma outra data, a ser marcada pelo magistrado responsável pelo caso.

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