Operação no Rio de Janeiro mira grupo suspeito de matar Marielle Franco

De acordo com polícia, o grupo seria a maior organização de assassinatos de aluguel do Rio. Eles estariam envolvidos na morte de Franco

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O Rio de Janeiro amanheceu com uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). O alvo: um grupo de matadores de aluguel que está sendo acusado de ter matado a vereadora carioca Marielle Franco. Internamente, eles estão sendo chamados de “escritório do crime”.

Os mandados de prisão estão todos sendo realizados na manhã desta terça-feira (30). De acordo com as informações oficiais, são seis mandados ao todo. Além disso, são 31 mandados de busca e apreensão que estão ocorrendo em diversos pontos da cidade.

Entre os locais que estão recebendo a visita dos agentes, estão casas de três ex-policiais militares. Além disso, foi realizada uma busca na casa de um policial da reserva. Mas segundo informações oficiais, o principal alvo desta operação é o Leonardo Gouveia da Silva, que é conhecido como “Mad”.

Mad estaria à frente desta organização criminosa. Ele estaria portanto substituindo Adriano Magalhães da Nóbrega, que é ex-capitão do Batalhão de Operações Policiais, mais conhecido como Bope.

Pelas informações divulgadas pela imprensa carioca, estão sendo realizadas operações em diversos bairros da cidade. Alguns estão em áreas consideradas nobres na cidade. Entre eles estão Barra da Tijuca e Leblon. Além disso, há operações acontecendo na favela Jorge Tuco, que fica na Zona Norte do Rio de Janeiro.

Morte de Marielle Franco

Quando foi preso, Mad foi logo se explicando mesmo sem ter sido obrigado a falar nada. “Não tenho nada com a morte da Marielle”, disse ele. Mesmo diante da negativa, ele foi levado pela polícia. Além disso, o irmão dele, Leandro Gouveia da Silva, também foi preso.

A polícia também realizou prisões dos ex-policiais militares João Luiz da Silva, Anderson de Souza Oliveira e um homem conhecido como Gurgel. O PM da reserva preso é conhecido como Janjão. Marielle Franco foi morta ao lado do seu motorista, Anderson Gomes ainda em 2018. 

2 Comentários
  1. […] manhã desta terça, a Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro realizaram a operação citada. De acordo com as autoridades, este seria o maior grupo de matadores aluguel de todo o estado. […]

  2. […] cedo, a Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou operações na cidade. O alvo foi um grupo de ex-policiais militares que estaria envolvido em várias mortes no estado. […]

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