Ocupação de Israel divulga o número de aviões e mísseis sobre Gaza

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Nesta segunda-feira (17), Israel informou a quantidade de mísseis que utilizou para atacar a Palestina durante o fim de semana com conflitos contra o Hamas, grupo de resistência muçulmano que surgiu com intuito de defender as terras. 

Um comunicado à imprensa informa que a Força Aérea “disparou 110 mísseis contra 35 alvos em Gaza em 20 minutos, usando 54 aviões”. 

O número de mortos já soma mais de 200, sendo 59 crianças. Nesta manhã, durante o reviro dos destroços, foi possível encontrar cerca de 25 corpos palestinos que foram esmagados durante a queda de prédios. 

De acordo com o Ministério da Saúde na Palestina, já são mais de 1.305 palestinos que ficaram feridos.

Países a favor da Palestina

O Irã se manifestou a favor dos árabes e disse que era inaceitável que o ocidente continuasse agindo com tanta indiferença sobre os acontecimentos políticos na região de Jerusalém que, apesar de ser a atual capital de Israel, era a capital da Palestina. 

Turquia manifestou todo o apoio ao governo palestino e pediu que alguma decisão fosse tomada.  O papa Francisco também se manifestou contra os conflitos pela primeira vez. 

No mês de maio deveriam ocorrer as eleições parlamentares na Palestina. Contudo, Israel, que dominou quase todo o território que era a Palestina há anos atrás, não permite que os moradores votem. 

As eleições democráticas não ocorrem há mais de 15 anos sendo as ocupações constantes de terras pelos judeus os principais motivos. 

A população muçulmana que vem sofrendo com as repressões, afirmou que iria lutar para que houvesse a volta da democracia e que pudessem eleger alguém. 

Nesta segunda, o Monitor do Oriente, jornal que vem ganhando destaque pelas notícias sobre a região, informou que a Corte de Magistrado de Haifa, sob jurisdição da ocupação israelense, impôs 5 dias de prisão para os palestinos que estavam se manifestando a favor da liberdade política.  Jameel Safari foi libertado após a prisão, porém expulso da cidade árabe de Shfaram.

Os Estados Unidos são a favor de Israel e foram eles quem consideraram Jerusalém como capital dos judeus. O presidente Bolsonaro também os defende. 

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