O que os candidatos à presidência da Câmara pensam sobre o Auxílio Emergencial

Os dois principais candidatos à presidência da Câmara vem falando sobre o assunto com mais frequência nas últimas semanas

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O Brasil está a alguns dias da eleição para a presidência da Câmara Federal. E o que os deputados decidirem lá, certamente terá impacto sobre a vida de milhões de brasileiros. É que o resultado pode definir o futuro do Auxílio Emergencial no Brasil.

O fato é que o Auxílio Emergencial acabou no último dia 31 de dezembro. Dessa forma, a informação oficial que se tem é que o Brasil não vai trazer o projeto de volta. Mas a eleição para o  comando do Congresso pode mudar essa história.

De acordo com informações de bastidores, o Governo não descarta totalmente a ideia de retomar o programa. Mas isso só vai acontecer depois da eleição para a Câmara que deve acontecer no dia 1 de fevereiro. Até lá, a ordem é fazer silêncio sobre o tema.

Veja abaixo o que os dois principais candidatos acham sobre o Auxílio Emergencial:

Baleia Rossi

O candidato de Rodrigo Maia, Baleia Rossi (MDB-SP), vem tocando muito nesse assunto nos últimos dias. Em uma entrevista recente, ele disse que defende mais uma rodada do Auxílio Emergencial ou pelo menos um aumento do Bolsa Família.

“Ano passado, parecia que íamos virar o ano e a pandemia ia acabar. Essa não é a realidade. Hoje, temos milhões de brasileiros que vão deixar de receber o auxílio e voltar a ter dificuldade do mais básico, que é ter alimento na sua mesa”, disse o deputado.

Arthur Lira

O candidato de Jair Bolsonaro, Arthur Lira (PP-AL), disse que o ideal é reorganizar os programas de renda mínima. Ele disse que da maneira que está hoje, muita gente não consegue receber nenhum benefício do Governo.

“A demagogia fiscal sempre custa caro para o país e, em especial, para os mais pobres. Mas não se pode abrir mão da austeridade fiscal e do teto de gastos”, disse o deputado que tenta tirar o grupo de Rodrigo Maia do poder na Câmara.

Auxílio Emergencial

No fim das contas, os dois candidatos tentam achar um meio termo entre respeitar o teto de gastos e seguir pagando os programas. Quem ganhar a eleição vai ter o poder de instituir o período de calamidade, que pode favorecer uma prorrogação do Auxílio Emergencial no país.

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