Monica Martelli não consegue mais ver filmes que fez com Paulo Gustavo: “Dor”

A apresentadora do 'Saia Justa', do GNT, afirma que não quer que a dor seja maior do que a alegria de seu amigo

0

Monica Martelli desabafou, em entrevista para o ‘É de Casa’, da TV Globo, neste sábado (18), que não consegue mais ver os filmes que fez com Paulo Gustavo. O ator faleceu no dia 4 de maio, vítima das complicações da Covid-19.

Duda Reis sobre ataque de raiva de Nego do Borel em ‘A Fazenda 13’: “Explosivo e instável”

“Já faz um tempo que não assisto [aos filmes], por causa do Paulo nem consigo mais […] É diariamente tentar que a dor não seja maior que a alegria que foi ele foi ter feito parte da minha vida. Ter tido a convivência que eu tive com um cara como PG, que foi um gênio, foi um privilégio que eu vivi”, explica a atriz, que atuou com Paulo em ‘Minha Vida em Marte’, ‘Minha Mãe é Uma Peça’ e ‘Homens São de Marte e é Para Lá que eu Vou”.

Para Monica, sua vida agora é um antes e depois: “Minha vida hoje é uma vida antes e depois, porque você tem que inventar uma vida sem aquela figura que era tão presente na sua vida. Uma pessoa como Paulo Gustavo, com a personalidade que ele tinha, e o tamanho que ele ocupava na minha vida, a gente tinha muitos projetos juntos”.

Monica ficou abalada após a morte de Paulo

Monica Martelli desabafou em depoimento para Saia Justa, no GNT, um dia depois da morte de Paulo Gustavo, vítima da Covid-19. Os dois eram amigos próximos e atuaram juntos no filme Os Homens são de Marte… E é pra Lá que eu vou (2014).

Aos prantos, Monica, que esteve presente no velório do ator, que ocorreu no Rio de Janeiro nesta quinta-feira (6), fez uma linda homenagem, relembrando a importância do ator para a vida de tantos brasileiros: “Paulo Gustavo inspirou, transformou, afetou a vida de todo mundo. Ele mexeu com as famílias brasileiras através da Dona Hermínia, através da posição dele, do casamento, dos filhos. Ele conseguiu diminuir o preconceito, ajudar tantas pessoas, tantos adolescentes gays no Brasil que não eram aceitos pelos pais, e esses pais amavam o Paulo Gustavo e a Dona Hermínia, e por isso tiveram outro olhar para os seus filhos”.

“Esse buraco é muito difícil. Esse buraco que o Paulo Gustavo vai deixar na minha vida vai fazer parte da minha existência. Eu acho que com o tempo essa dor vai virar saudade, mas eu vou viver essa dor o tempo que ela tem que ser, viver essa dor o tempo que ela tem que ser vivida. O tamanho da dor é o tamanho do amor que eu tenho por ele”, finalizou a atriz.

 

 

 

Veja também: A Fazenda: Nego do Borel tem ataque de fúria e joga objetos na parede

Veja Também:

Está "bombando" na Internet:

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.