Monark volta ao Flow Podcast após polêmica nazista: “Injustiça”

O influencer foi 'cancelado' nas redes sociais após defender a criação de um partido nazista

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Monark retornou ao Flow Podcast, na última sexta-feira (29), como convidado, após ser demitido do programa por apoiar a criação de um partido nazista. O influencer, que prometeu retomar o universo dos podcasts para defender a “liberdade de expressão”, diz que sofreu uma injustiça do público.

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“Tem uma galera, esse grupo de influenciadores, mais provenientes da esquerda, que eles querem que eu me mate mesmo e acabe logo a história para parar de encher o saco deles, mas eles são uma minoria. A maioria das pessoas quer uma vida livre, tanto que eu não perdi a minha capacidade de falar com meu público, porque a maioria do meu público não compra essa teoria do cancelamento”, começou Bruno Aiub.

Para ele, o cancelamento do Flow é só uma prova de como o sistema do ‘cancelamento’ está todo errado: “Aquele caso ficou conhecido internacionalmente, e as pessoas veem a injustiça. A maioria das pessoas não achou justo o que aconteceu com a gente, e isso é uma merda porque a gente sofreu, mas ao mesmo tempo é muito bom porque a gente serviu de exemplo para contra-atacar uma cultura perversa”.

Igor Coelho, um dos criadores do Flow Podcast, diz que sentia gratidão por tudo que Monark já fez ao canal, e ele indagou: “Mesmo eu tendo falado bêbado, de um jeito absurdo, uma parada que eu acredito, que é legítima?”.

Monark anunciou retorno de vídeos em outra plataforma

Monark repercutiu nas redes sociais, em 22 de março deste ano, ao anunciar seu retorno às redes sociais. O Youtuber deu uma pausa após ser acusado de fazer apologia ao nazismo, durante um episódio do podcast ‘Flow’ em fevereiro deste ano.

No Twitter, o influencer anunciou: “Minhas férias acabaram, se preparem que eu to de volta, agora com mais liberdade do que nunca!”. Na sequência, Monark dividiu uma postagem da plataforma ‘Rumble’, que atua de forma similar ao Youtube, criando o canal Monark Talks: “Ta ai uma plataforma que respeita a liberdade de expressão e que nao vai censurar ninguém”.

Indagado sobre sua volta, Bruno Aiub foi bastante claro: “Agora eu não tenho mais de 80 famílias que dependem de mim, pela liberdade eu vou até a morte. Esse país precisa mudar”. Ele foi proibido de monetizar em seus vídeos do Youtube.

 

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