Ministério Público investiga show de Simone e Simaria com cachê de R$380 mil em Bom Jesus

A cidade, que fica no interior da Serra, tem apenas 11 mil habitantes

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O Ministério Público do Rio Grande do Sul iniciou uma investigação sobre o show de Simone e Simaria na festa da Gila e do Queijo Artesanal Serrano, em Bom Jesus na Serra. De acordo com o site G1, nesta segunda-feira (6), a dupla ganhará um cachê de R$380 mil para show marcado para o dia 15 de julho deste ano.

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O município, que tem cerca de 11,5 mil habitantes, desembolsará para a apresentação das irmãs um valor próximo do que será gasto, em junho, na educação fundamental: R$409 mil. No ano, a Prefeitura de Bom Jesus investiu cerca de R$5,4 milhões em educação.

O promotor Raynner Sales de Meira, que investiga o caso, não se pronunciou, mas o Ministério Público explicou que: “vai instaurar procedimento esta semana para apurar se houve irregularidade na contratação”. Em nota, a Prefeitura garante que o pagamento do show não foi “retirado do orçamento municipal”.

“No evento de Bom Jesus haverá a cobrança de ingressos e a estimativa da comissão organizadora é de que se obtenha receita suficiente para a cobertura integral dos eventos que promovem a festa e o Município por todo o país”, afirmou o município. Os ingressos para os shows custam de R$60 a R$250.

Por enquanto, nem Simone e nem Simaria se pronunciaram sobre o caso.

Show de Wesley Safadão e Xand Avião estão na mira

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) acionou a Justiça, nesta última quarta-feira (1), para que ocorra a suspensão dos shows dos cantores Wesley Safadão e Xand Avião no festival Mossoró Cidade Junina. De acordo com o site Uol Splash, o órgão também solicita que os cachês sejam bloqueados.

Wesley receberia R$600 mil e Xand R$400 mil para se apresentarem no festival do município de Mossoró, que retomará as atividades de forma presencial pela primeira vez desde 2019. Os valores, a serem pagos pela Prefeitura, constam no Diário Oficial do Município no dia 20 de abril.

Na ação civil pública, o MPRN orienta que esses valores sejam utilizados de forma a sanar o déficit na educação especial como, por exemplo, na contratação de profissionais capacitados para o município. Em nota, a Prefeitura de Mossoró diz que a alegação do Ministério não se sustenta, pois já tem funcionários capazes de lidar com alunos com deficiência.

Por enquanto, nem Wesley e nem Xand se pronunciaram sobre a situação.

 

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