Milton Gonçalves morre aos 88 anos de idade

O ator faleceu vítima de complicações de um antigo AVC

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O ator Milton Gonçalves, famoso por papeis em ‘Rainha Diaba’ e ‘Irmãos Coragem’, faleceu na tarde desta segunda-feira (30), aos 88 anos de idade. De acordo com a família do artista, ele morreu por volta das 12h30 devido às consequências de um AVC (Acidente Vascular Cerebral) sofrido em 2020.

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Milton sofreu o AVC durante uma feijoada na quadra da escola de samba Salgueiro, no Rio de Janeiro, em fevereiro de 2020. Na ocasião, ele ficou três meses internado e precisou, inclusive, de aparelhos para respirar. Por enquanto, a família dele não se pronunciou sobre sua partida.

A última novela de Milton foi em 2018, ao interpretar Eliseu, um catador de materiais recicláveis em ‘O Tempo Não Para’, da TV Globo. Nas redes sociais, fãs, amigos e colegas fizeram homenagens ao artista, um dos grandes ícones da teledramaturgia brasileira. Ainda não há informações sobre o velório e o enterro. Que ele descanse em paz!

Milton chegou a fazer tratamento para amenizar as sequelas do AVC

Quase dois anos após sofrer um AVC (Acidente Vascular Cerebral), Milton Gonçalves continuava a sofrer com sequelas: o ator andava de cadeira de rodas e ainda tinha a fala comprometida. De acordo com a colunista Patricia Kogut, no ano passado, ele fazia fisioterapia e fonoaudiologia para ajudar na sua recuperação.

Catarina Gonçalves, filha do veterano de 88 anos, revelou que o pai, enquanto esteve internado no Hospital, passou por uma traqueostomia [procedimento na traqueia que ajuda na respiração do paciente] e, por isso, suas cordas vocais ficaram danificadas: “A voz dele está bem baixinha”.

“Agora ele está bem, em casa, tranquilo. É uma recuperação chatinha por causa da idade. Ele não tem andado, só na cadeira de rodas, porque também ficou com sequela na perna esquerda. Mas a gente passeia bastante com ele de carro, leva para passear”, detalhou a familiar.

Milton sofreu o AVC em fevereiro de 2020, um mês antes da pandemia da Covid-19 ser decretada no Brasil: “Foi bem grave. Ele é forte. Se fosse outro, teria embarcado. No segundo ou terceiro dia de CTI, botamos música e ele já estava acompanhando com a mão, mesmo intubado”.

 

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