MG registra queda de 33% nos crimes violentos do estado

Essa redução representa, na prática, 17.875 crimes a menos

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O estado de Minas Gerais (MG) registrou queda de 33,8% nos crimes violentos entre janeiro e setembro de 2020 ante o mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados na tarde de ontem (23) pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).

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Essa redução representa, na prática, 17.875 crimes a menos. As estatísticas de criminalidade violenta incluem os registros de homicídio consumado, tentado, extorsão mediante sequestro, sequestro e cárcere privado, estupro, estupro de vulnerável e roubo.

Além desses crimes, o observatório de Segurança Pública também monitora os registros de furto e lesão corporal. Dentre os 15 índices monitorados mensalmente pelo observatório, 14 apresentaram redução.

O indicador de crimes mostrou que o número de vítimas de homicídios consumados registrou queda de 4,6% no Estado. Em Belo Horizonte, a redução foi ainda maior: 13,2%. De acordo com o relatório, considerando todo o interior do estado, 638 municípios, ou seja, 74,8% do total, não registraram homicídios, mantiveram ou reduziram os índices na comparação com o mesmo período do ano passado.

Segundo o observatório, outros indicadores que merecem destaque são os dados de roubo e furto consumados. Estes permanecem em queda em Minas, tendo registrado redução de 36,8% e 22,6%, respectivamente.

Por fim, outra boa notícia. O índice de estupros consumados também caiu significativamente na região. O observatório mostrou uma diminuição de 26,3% nas ocorrências em 2020 ante o mesmo período de 2019.

Para o chefe da Polícia Civil de Minas Gerais, delegado-geral Wagner Pinto, a redução histórica dos índices é reflexo da investigação qualificada, das operações cirúrgicas e do trabalho integrado das forças de segurança.

“A redução gradativa é resultado do excelente trabalho prestado pelas forças de segurança pública. Verificamos uma investigação cada vez mais qualificada por parte da Polícia Civil e a convergência de esforços entre todos os atores da Segurança Pública. O resultado não poderia ser diferente”, relatou Wagner.

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