Manaus (AM) receberá unidade da Casa da Mulher Brasileira

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Em visita à capital amazonense, a titular do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), ministra Damares Alves, anunciou a implementação da Casa da Mulher Brasileira em Manaus (AM). O encontro aconteceu na última quarta-feira (17).

De acordo com a pasta, serão destinados R$ 10 milhões do Governo Federal para a instalação da Casa da Mulher Brasileira no estado do Amazonas.

A Casa da Mulher Brasileira é uma ferramenta de suporte para as mulheres em situação de violência. Por isso, possibilita o acolhimento, atendimento humanizado e o encaminhamento da denúncia de forma ágil e especializada.

Além disso, a iniciativa, que integra o Programa Mulher Segura e Protegida, também representa uma inovação em termos de gestão, pois reúne em um único espaço:

  • Juizado Especial;
  • Núcleo Especializado da Promotoria;
  • Núcleo Especializado da Defensoria Pública;
  • Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher;
  • Alojamento de passagem e brinquedoteca; e
  • Apoio psicossocial e capacitação para autonomia econômica.

Ainda de acordo com o ministério, essa unidade que será implementada em Manaus se somará a outras políticas públicas de combate à violência contra a mulher no Amazonas. Só no ano passado, o estado contabilizou 777 registros de denúncias. As informações foram obtidas pelo Ligue 180.

Atualmente, seis estados já contam com a Casa da Mulher Brasileira. Além disso, elas estão em funcionamento em Campo Grande (MS), São Luís (MA), Boa Vista (RR), Fortaleza (CE), Curitiba (PR) e São Paulo (SP). A previsão é de que até o fim do ano seja iniciada a implementação de mais 24 novas unidades.

Central de Atendimento Ligue 180

A Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência – Ligue 180 – é um serviço de utilidade pública gratuito e confidencial (preserva o anonimato). Por isso, a ferramenta é oferecida pela Secretaria Nacional de Políticas, desde 2005.

O serviço ligue 180 tem por objetivo receber denúncias de violência, reclamações sobre os serviços da rede de atendimento à mulher e de orientar as mulheres sobre seus direitos e sobre a legislação vigente. Inclusive, encaminhando-as para outros serviços quando necessário.

Veja também: Violência doméstica em tempos de quarentena

A Central funciona 24 horas, todos os dias da semana, inclusive finais de semana e feriados, e pode ser acionada de qualquer lugar do Brasil e de mais 16 países (Argentina, Bélgica, Espanha, EUA (São Francisco), França, Guiana Francesa, Holanda, Inglaterra, Itália, Luxemburgo, Noruega, Paraguai, Portugal, Suíça, Uruguai e Venezuela).

Com informações do MMFDH

 

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