Malária: transmissão, sintomas e tratamento

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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), todo ano morrem cerca de 430 mil pessoas por causa da malária, sendo que mais da metade são crianças com menos de 5 anos, pois são mais vulneráveis a malária grave.

A malária é uma doença parasitária, transmitida pela picada da fêmea do mosquito Anopheles, que está infectada pelo protozoário do gênero Plasmodium.

A malária é comum em países tropicais, lugares mais quentes e pobres. Por exemplo, a maioria dos países africanos localizados abaixo do Deserto do Saara são classificados como região endêmica. Assim como os países da América Central e Caribe, do Sudeste da Ásia, do Oriente Médio e do
Extremo Oriente (China), Papua Nova Guiné, além do Paraguai e todos os países amazônicos da América do Sul (Brasil, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana, Suriname, Guiana Francesa).

No Brasil, a sua grande área endêmica é formada por todos os estados da Amazônia Legal. São eles: Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Pará e Roraima. Geralmente, o mosquito pica ao amanhecer ou ao anoitecer, sendo imprescindível dormir com mosquiteiro.

Sintomas da malária

Tão logo o ser humano é picado pelo mosquito, os protozoários seguem para o fígado e se multiplicam, para depois entrar nos glóbulos vermelhos. Então, os parasitas se multiplicam mais e explodem as células, caindo na corrente sanguínea.

Os primeiros sintomas podem se manifestar 8 dias após a picada, são eles:

  • febre alta;
  • dor de cabeça e no corpo;
  • pele amarelada;
  • calafrios intensos que se alternam com ondas de calor e muito suor;
  • falta de apetite;
  • dor nas articulações;
  • cansaço.

Tratamento

Não existe vacina para o tratamento da malária, sendo que ele é feito com medicamento. O mais eficiente é uma terapia combinada à base de artemisinina

Ao viajar para regiões endêmicas aplique repelente no corpo todo e use camisa de mangas compridas. Existem medicamentos que o viajante pode tomar antes da viagem para evitar o contágio, porém ele tem algumas contraindicações, assim nunca se automedique.

Na dúvida, procure um médico e veja qual a melhor opção para o tratamento da malária e forma de se proteger.

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