Mais de 70% de um acampamento norte-americano é diagnosticado com coronavírus

Maioria das pessoas presentes era de crianças e adolescentes

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No mês de junho, um acampamento localizado nos Estados Unidos, no Estado da Geórgia, foi palco de uma contaminação em massa por coronavírus, apesar de a notícia só ter vindo à tona agora.

Tratava-se de um acampamento com jovens, inclusive crianças, todos com idade máxima de 14 anos. No entanto, demorou somente três dias para que o surto tivesse início lá e o evento fosse cancelado: em 72 horas, surgiu a primeira pessoa com sintomas da COVID-19, especificamente com febre.

Logo depois, mais jovens e crianças foram diagnosticados por meio de testes. A equipe que trabalhava no acampamento, e cujos integrantes tinham até 59 anos, também foram contaminados com o coronavírus.

A partir de então, os responsáveis foram orientados a retirar as crianças e jovens do acampamento. Não há notícias relacionadas a óbitos dentre os participantes, mas vale dizer que os organizadores determinaram que só poderiam participar do vento aqueles que tivessem feito um teste PCR em até 12 dias.

Mesmo assim, como ficou claro, o coronavírus acabou por se disseminar entre os presentes.

Acampamento não tinha protocolo sanitário

Apesar da solicitação de teste PCR recente para coronavírus, o acampamento em questão não seguia um protocolo sanitário. Por isso, nem funcionários e nem os jovens e crianças participantes precisavam ficar distantes uns dos outros, além de o uso da máscara não ser solicitado.

Cabe salientar quem, em junho, os Estados Unidos apresentavam uma taxa de retransmissão do vírus bem acentuada, com vários Estados precisando recuar na flexibilização do isolamento.

Coronavírus não abre mão de contaminar os mais jovens

Situações como a ocorrida nesse acampamento servem para reforçar a ideia de que o coronavírus não poupa quem é mais jovem: eles podem se contaminar e, infelizmente, vir a óbito, ainda que as estatísticas mostrem que eles não são grupo de risco.

Inclusive, a Organização Mundial da Saúde (OMS) já declarou que, no caso da contaminação dos jovens, também é preciso relembrar que há as sequelas ainda desconhecidas que podem se manifestar.

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