Maia elogia decisão de ministros do STF para trabalhar no recesso

O presidente da Câmara dos Deputados afirmou que o Congresso Nacional deveria trabalhar em janeiro também, devido à situação delicada da pandemia

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), teceu elogios à decisão de quatro ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) que optaram por trabalhar durante o recesso.

Segundo o parlamentar, o Congresso deveria trabalhar durante o recesso também.

“Parabéns aos ministros do STF pela decisão. Continuo defendendo que o Congresso deveria trabalhar no mês de janeiro e organizar uma pauta com o governo. A pandemia e a situação econômica do país exige um esforço maior de todos nós”

Rodrigo Maia (DEM), em sua conta no Twitter

O Supremo entrou de recesso a partir da última sexta-feira (18), de forma que o presidente do Tribunal, Ministro Luix Fux, ficaria responsável pela análise de todos os casos considerados urgentes.

Todavia, os ministros Marco Aurélio Mello, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Alexandre de Moraes informaram à presidência do STF que continuarão a despachar, ou seja, a decidir sobre os casos sob suas tutelas, durante o recesso.

Importante ressaltar que além do recesso do judiciário, os Ministros, assim como os demais juízes, têm direito à sessenta dias de férias. Muitas vezes, inclusive, por ser uma quantidade expressiva de dias de férias, alguns juízes vendem suas férias, e, por tal motivo, recebem mais uma expressiva quantia na folha de pagamento.

Além da possibilidade de venda de férias, os ministros recebem aproximadamente R$40mil de salário mensal, além dos benefícios.

Dentre os benefícios, há verba pública destinada, ainda, a compra de alimentação requintada para os ministros, noticiada em 2019 como o exemplo da compra de lagosta e vinhos caros.

Trabalhar durante o recesso, diante da imensa fila de processos a serem analisados pelo STF não deveria ser considerado ato heroico diante dos imensos benefícios contidos no cargo e das expressivas responsabilidades para com a população brasileira, que devem ser cumpridas, independente da pandemia ou não.

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