Maia defende unificação dos programas sociais para o estabelecimento de uma renda mínima permanente

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, participou no início da semana de solenidade no Palácio do Planalto onde ocorreu a prorrogação do auxílio emergencial de R$600,00 por mais dois meses, em razão a pandemia. 

Maia elogiou a decisão do governo e ressaltou que a proposta surgiu como uma iniciativa do Parlamento. Segundo ele, pela lei, era a única maneira possível de o Executivo prorrogar o auxílio. 

O presidente da Câmara também defendeu mais uma vez, a unificação de todos os programas sociais vigentes para que seja possível a criação de uma renda mínima permanente.  

Para Maia, é necessário garantir às famílias a possibilidade de ascender socialmente. Ele destacou que, com a prorrogação por mais dois meses do auxílio emergencial, o governo tem 60 dias para conversar com o Parlamento e propor um projeto de renda permanente. 

“O desafio é muito grande, por isso fui ao Palácio: a renovação dos R$ 600 é fundamental, por ratificar o que o Congresso Nacional fez a partir do projeto do deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG)”, disse. 

“Temos que botar na mesa não só os economistas, mas os profissionais da assistência social, para construir um texto junto com o Parlamento para o momento pós-pandemia, com atenção aos milhões de brasileiros”, defendeu. 

Maia lembrou do histórico de assistência social do país, passando pela criação da Lei Orgânica de Assistência Social no governo Itamar Franco, dos programas sociais e do cadastro único no governo Fernando Henrique Cardoso, até a unificação dos programas sociais no governo Lula, com o Bolsa Família.  

Para ele, a pandemia demanda o diálogo permanente entre o Parlamento e o governo para um texto que alcance os brasileiros impactados com a crise econômica. 

No momento o projeto mais próximo do esperado por Maia, que vem sendo elaborado pelo governo é o “Renda Brasil”. Trata-se de uma ação conjunta preparada pela equipe econômica e a área social do governo.   

O objetivo do novo programa social é ampliar a cobertura do Bolsa Família, através da inclusão dos informais, desempregados e autônomos que estão recebendo o Auxílio Emergencial. 

3 Comentários
  1. Rosimeri Diz

    Acho que o renda Brasil deveria pelo menos de 1salario mínimo ,eu tenho um com deficiência visual passo por muita dificuldade para levar ele na médica oftalmologista e troca os óculos todos os anos além disso ele tem outros problemas de saúde ,e meu marido e boa fria trabalha.na roça sem garantia de nada se ficar doente tem ficar em sem nenhuma ajuda,e ele e analfabeto.

  2. Micaia Albuquerque Diz

    Acredito q Rodrigo Maia fará jus o.q vem fazendo ate agora. NEM 200 NEM 300…ele lançará uma proposta conivente com a nossa realidade. ELE É O CARA.GRANDE PARLAMENTAR.

  3. Deborah Diz

    O governo os deputados senadores e os demais líderes precisa ter consciência o que uma família carente faz com 300 reais.

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